Mundo
10/07/2008 - 17h31

McCain arrecada US$ 22 milhões em junho para sua campanha

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colaboração para a Folha Online

O provável candidato republicano à Presidência dos EUA, John McCain, divulgou ter arrecadado mais de US$ 22 milhões (R$ 35,4 milhões) em junho para sua campanha, sua melhor arrecadação mensal deste ano.

Após a injeção de fundos de junho, o senador conservador conta com US$ 95 milhões (R$ 152,8 milhões).

A maior parte desse montante, um total de US$ 67 milhões (R$ 107,7 milhões), está nas mãos do Comitê Nacional Republicano.

Rick Davis, diretor da campanha de McCain, assegurou nesta quinta-feira em uma conferência com jornalista por telefone que o republicano está gastando mais que seu rival democrata Barack Obama em anúncios televisivos.

Obama ainda não divulgou seus números de arrecadação do mês de junho.

Maio

Em maio, McCain declarou ter arrecadado US$ 21 milhões (R$ 33,7 milhões), sua melhor marca até então. O senador conseguiu o número de delegados suficientes para obter a nomeação republicana no início de março e desde então arrecadada verba para a campanha para as eleições gerais.

McCain divulgou os seus ganhos de campanha de maio no mesmo dia que seu rival democrata, o senador Barack Obama, anunciou recusar os cerca de US$ 84 milhões (R$ 135,1 milhões) de financiamento público.

O presidenciável republicano, ao contrário, disse aceitar o financiamento, disponível após a oficialização de sua candidatura, que deve ocorrer em setembro durante a Convenção Nacional Republicana. Com o financiamento, McCain não poderá mais arrecadar fundos privados.

McCain ainda está muito longe da quantia arrecadada por Obama. O democrata já obteve mais de US$ 287 milhões (R$ 460 milhões), considerando os valores declarados até o fim de maio. McCain conseguiu US$ 137 milhões (R$ 219,9 milhões) desde o início da campanha.

Com Efe e Reuters

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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