Mundo
11/07/2008 - 09h12

Ao lado de Hillary, Obama tenta conquistar mulheres operárias

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da France Presse, em Nova York
da Folha Online

O provável candidato à Casa Branca Barack Obama juntou-se à ex-rival Hillary Clinton para pedir o voto das mulheres da classe operária.

Em um tipo de tributo às mulheres, Obama felicitou Hillary por sua campanha nas primárias, elogiou a mãe que teve o trabalho de criá-lo sozinha e admitiu um sentimento de culpa por deixar sua esposa Michelle cuidar da "parte mais difícil" da educação de suas duas filhas.

"Estamos trabalhando juntos, e todas as mulheres aqui presentes estão trabalhando juntas. Não tem como perder em novembro", afirmou Obama durante um comício, intitulado "Mulheres Por Obama", em um hotel de Nova York, diante de cerca de 2.300 pessoas.

"Hillary e eu podemos ter trilhado caminhos distintos durante a campanha, mas compartilhamos uma experiência comum, que é a de romper barreiras que se mantinham firmes desde a fundação deste país", declarou.

O senador de Illinois falou sobre temas importantes para as mulheres, como a discriminação no lugar do trabalho e o aborto. Ele acusou seu rival republicano na eleição presidencial de 4 de novembro, John McCain, de querer tornar o aborto ilegal.

Obama quer conquistar as mulheres brancas da classe média baixa, uma das bases eleitorais mais fortes de Hillary durante as primárias democratas.

A ex-primeira-dama, ainda mencionada por alguns analistas como uma possível candidata à vice-presidência, conclamou suas seguidoras a votar em Obama.

"Considero que a dura batalha que travamos durante as primárias acabou sendo positiva para o Partido Democrata", declarou Hillary Clinton.

"Barack e eu atraímos mais votos que qualquer outro candidato e temos que aproveitar essa capacidade, inclusive atraindo mais gente para o Partido Democrata. É por isso que peço a ajuda de vocês", acrescentou a senadora.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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