Ao lado de Hillary, Obama tenta conquistar mulheres operárias
da France Presse, em Nova York
da Folha Online
O provável candidato à Casa Branca Barack Obama juntou-se à ex-rival Hillary Clinton para pedir o voto das mulheres da classe operária.
Em um tipo de tributo às mulheres, Obama felicitou Hillary por sua campanha nas primárias, elogiou a mãe que teve o trabalho de criá-lo sozinha e admitiu um sentimento de culpa por deixar sua esposa Michelle cuidar da "parte mais difícil" da educação de suas duas filhas.
"Estamos trabalhando juntos, e todas as mulheres aqui presentes estão trabalhando juntas. Não tem como perder em novembro", afirmou Obama durante um comício, intitulado "Mulheres Por Obama", em um hotel de Nova York, diante de cerca de 2.300 pessoas.
"Hillary e eu podemos ter trilhado caminhos distintos durante a campanha, mas compartilhamos uma experiência comum, que é a de romper barreiras que se mantinham firmes desde a fundação deste país", declarou.
O senador de Illinois falou sobre temas importantes para as mulheres, como a discriminação no lugar do trabalho e o aborto. Ele acusou seu rival republicano na eleição presidencial de 4 de novembro, John McCain, de querer tornar o aborto ilegal.
Obama quer conquistar as mulheres brancas da classe média baixa, uma das bases eleitorais mais fortes de Hillary durante as primárias democratas.
A ex-primeira-dama, ainda mencionada por alguns analistas como uma possível candidata à vice-presidência, conclamou suas seguidoras a votar em Obama.
"Considero que a dura batalha que travamos durante as primárias acabou sendo positiva para o Partido Democrata", declarou Hillary Clinton.
"Barack e eu atraímos mais votos que qualquer outro candidato e temos que aproveitar essa capacidade, inclusive atraindo mais gente para o Partido Democrata. É por isso que peço a ajuda de vocês", acrescentou a senadora.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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