Mundo
11/07/2008 - 13h26

Campanha de Obama arrecada US$ 30 milhões em junho

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colaboração para a Folha Online

A equipe de campanha do provável candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, divulgou ter arrecadado cerca de US$ 30 milhões (R$ 48,2 milhões) em junho, de acordo com informações do "Wall Street Journal".

O valor obtido está bem abaixo dos esperados US$ 50 milhões (R$ 80,3 milhões). Fontes da equipe do senador admitiram que o montante arrecadado é "pouco impactante".

O jornal americano afirma que uma das principais razões da desaceleração da "imponente máquina" de arrecadação de fundos de Obama é um suposto movimento do senador para o centro, que teria desapontado muitos de seus contribuintes, principalmente aqueles que investem pequenas quantias pela internet.

Segundo o Wall Street Journal, Obama espera conseguir cerca de US$ 300 milhões (R$ 481,8 milhões) com seu próprio esforço e outros US$ 180 milhões (R$289 milhões) do Partido Democrata para enfrentar o provável candidato republicano John McCain.

McCain

O republicano divulgou ontem ter arrecadado mais de US$ 22 milhões (R$ 35,4 milhões) em junho para sua campanha, sua melhor arrecadação mensal deste ano.

Após a injeção de fundos de junho, o senador conservador conta com US$ 95 milhões (R$ 152,8 milhões).

A maior parte desse montante, um total de US$ 67 milhões (R$ 107,7 milhões), está nas mãos do Comitê Nacional Republicano.

Rick Davis, diretor da campanha de McCain, afirmou em uma conferência com jornalistas que o republicano está gastando mais que Obama em anúncios televisivos.

Apesar de ter melhorado suas finanças, McCain ainda está muito longe da quantia arrecadada por Obama. O democrata já obteve mais de US$ 287 milhões (R$ 460 milhões), considerando os valores declarados até o fim de maio. McCain conseguiu US$ 137 milhões (R$ 219,9 milhões) desde o início da campanha.

Com Efe, Reuters e Ansa

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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