Mundo
12/07/2008 - 13h28

Obama aposta em novos eleitores para ganhar Estados cruciais

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colaboração para a Folha Online

A equipe do provável candidato democrata Barack Obama está lançando uma campanha para registrar 151 mil novos eleitores na Virgínia até 6 de outubro. A estratégia, divulgada pelo prefeito de Richmond, é parte dos esforços de Obama para conquistar Estados tidos como cruciais nas eleições de novembro.

Para conseguir seu objetivo, os voluntários de Obama têm que registrar cerca de 1.755 novos eleitores por dia, um desafio em um país onde o voto não é obrigatório e o povo não é conhecido por sua participação nos processos políticos.

"Se fizermos isso, nós não apenas ganharemos uma eleição, mas mudaremos o país", disse o prefeito, Douglas Wilder, em reportagem do "Washington Post".

O movimento, intitulado "Você Consegue Superar Barack" foi idealizado para fazer superar os 150 mil eleitores que Obama ajudou a registrar, quando era um voluntário da comunidade, nos anos 90.

Virgínia, que votou pelo republicano George W. Bush nas eleições de 2004, é vista pela rede de televisão CNN como um dos Estados mais disputados nas eleições presidenciais deste ano, sem ter apresentado preferência por democratas ou republicanos até o momento.

Para atrair os moradores locais, a campanha de Obama disse que quem registrar mais de cem eleitores no Estado se qualifica para disputar uma oportunidade de conhecer Obama. A idéia é aproveitar um ano de excepcional participação popular na campanha presidencial e a popularidade de Obama entre jovens para atrair novos eleitores às urnas.

Recordes

A campanha de Obama se destaca neste ano pelos números impressionantes. No final de junho, aliados do senador por Illinois realizaram mais de 4.000 eventos simultâneos, em todos os 50 Estados dos EUA.

Alguns eventos ocorreram em sedes do Partidos Democratas e outros em casas de aliados. Os responsáveis mostraram mensagens de Obama e de seus oficiais de campanha em vídeo e discutiram estratégias para atrair mais eleitores, inclusive mobilizando líderes locais para falar com os moradores dos Condados.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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