Mundo
13/07/2008 - 08h44

Premiê iraquiano prevê vitória de Obama nos EUA

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da Efe, de Bagdá

O primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, previu uma vitória do provável candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, nas próximas eleições presidenciais nos Estados Unidos, informou neste domingo o jornal governamental "Al-Sabah".

Em declarações ao jornal, Maliki disse que é provável que Obama se imponha ao provável candidato republicano à Presidência, John McCain.

"Obama tem mais chances de ganhar as eleições que o outro (McCain)", afirmou o primeiro-ministro iraquiano, que não expressou sua preferência.

O jornal relaciona a previsão de Maliki com o distanciamento entre o governo iraquiano e o Executivo do atual presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, devido à falta de acordo em relação ao pacto que os dois países estão negociando para regulamentar a presença de tropas estrangeiras no país árabe.

O prazo definido pelas duas partes para assinar um acordo termina no final deste mês, mas ainda não foram esclarecidos alguns pontos fundamentais, como a elaboração de um calendário para a retirada das tropas americanas.

Campanha

Enquanto isso, nos Estados Unidos, o conflito iraquiano é uma das principais questões na corrida presidencial.

Após ser proclamado candidato pelos democratas, Obama disse que, se vencer o pleito, só deixará no país árabe um contingente para combater à Al Qaeda, treinar as forças do país e proteger a embaixada americana.

Neste sentido, McCain chegou a afirmar em fevereiro que os Estados Unidos permaneceriam no Iraque "talvez cem anos", mas pouco depois disse que se referia a "um cenário pós-bélico, não a continuar a guerra durante cem anos".

Também disse que no ano de 2013, após um hipotético primeiro mandato dele, os Estados Unidos terão vencido a Guerra do Iraque.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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