Maioria dos americanos desaprova Guerra do Iraque, aponta pesquisa
da France Presse, em Washington
Enquanto os dois prováveis candidatos à Casa Branca, Barack Obama e John MCain, insistem em marcar suas diferenças sobre o Iraque, uma pesquisa que será publicada na quarta-feira (16), pelo jornal "The New York Times", aponta que a maioria dos americanos acredita que a guerra foi um erro, embora a situação pareça melhorar.
De acordo com a sondagem, que foi feita em parceria com a rede CBS News, 59% dos entrevistados avaliam que os EUA não deveriam ter invadido o Iraque. Apenas 36% afirmam que a guerra era a única coisa a fazer.
Ao menos 51% acreditam que a situação no terreno se agrava, enquanto que 45% afirmam que a segurança melhora no Iraque. Nunca houve tantos americanos com pensamento tão positivo sobre a estabilidade e a segurança nesse país desde janeiro de 2006.
No mês passado, por exemplo, 62% dos americanos estimavam que a situação piorava, contra 35% que pensavam que estava melhorando.
Segundo 78% das pessoas entrevistadas, se for eleito, McCain seguirá a mesma política do presidente George W. Bush no Iraque --o que pode não ser bom para ele, já que uma grande maioria desaprova a forma como Bush administra o conflito.
A pesquisa foi realizada entre 7 e 14 de julho, com 1.796 pessoas. A margem de erro é de aproximadamente 3 pontos percentuais.
Leia Mais
- Obama diz que vai acabar com a Guerra do Iraque e derrotar a Al Qaeda
- John McCain diz que levará Osama bin Laden à Justiça
- Republicano Schwarzenegger diz estar disponível para cargo no governo Obama
- Obama diz que negros precisam mostrar mais responsabilidade
- Eleitores dividem-se entre propostas de Obama e McCain para Iraque
Livraria da Folha
- Ensaios de Chomsky analisam política externa americana no final do século 20
- Agente que viveu infiltrado na Al Qaeda apresenta perspectiva única do terrorismo islâmico
- Livro mapeia de maneira detalhada os conflitos do Oriente Médio
- Jornalista mostra vida dos iraquianos durante guerra
- Norte-americanos aprendem lições inesperadas em Bagdá
Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
avalie fechar
avalie fechar
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
avalie fechar