Mundo
16/07/2008 - 02h06

Ex-refém quer mediação entre Colômbia e Farc com participação do Brasil

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da Efe, em Miami

O ex-senador colombiano Luis Eladio Pérez, que esteve seqüestrado pelas Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) por mais de sete anos, se mostrou a favor da mediação internacional entre governo e guerrilha e disse que dela poderia participar o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.

Pérez é contrário ao lançamento de uma ofensiva militar contra os grupos guerrilheiros de seu país. Entretanto, diz que não é possível dialogar diretamente com as Farc, como colocou o presidente colombiano Álvaro Uribe, porque não existe um clima de confiança entre ambas partes.

Entre outros personagens da política latino-americana que poderiam integrar a mediação, estaria também o presidente do Panamá, Martín Torrijos.

Pérez, que foi para a Miami após denunciar ameaças de morte que teria sofrido na Colômbia, também negou que pretenda pedir asilo político aos Estados Unidos e adiantou que na próxima semana se reunirá com a ex-candidata presidencial colombiana Ingrid Betancourt na França, recentemente resgatada das Farc graças a uma operação militar.

"Com uma bomba matando a 'Mono Jojoy', e a todos os do secretariado (das Farc), acaba-se a miséria na Colômbia?", perguntou-se o advogado, libertado em 27 de fevereiro, em entrevista concedida a vários meios de comunicação, entre eles a Agência Efe.

O ex-seqüestrado considerou que Uribe já implementou ações militares e o que "quer é arremeter com mais força" contra a guerrilha, uma atitude equivocada na sua opinião.

"Uribe comete um erro ao pensar que única e exclusivamente se pode resolver o problema das Farc e da violência", disse Pérez ao declarar que há outras questões "estruturais de fundo" que também é preciso verificar.

Comentários dos leitores
Jorge Bronze (42) 02/12/2009 07h58
Jorge Bronze (42) 02/12/2009 07h58
JR, você deveria dizer que os votos estão sendo comprados juntamente com suas consciências. Os bolsas diversas não dignificam ninguém, apenas resolvem num momento o seu problema, este desgoverno pretende criar mais dois bolsas, o da cultura e o do celular, isso se chama compra de voto, e o PT é PHD nisso, agora falar em 3º mandato para o imcomPeTente, é exatamente fazer o que o lixo do Zelaia iria fazer, se perpetuar no poder como alguns idiotas estão querendo fazer na América Latina, simplificando alguns são cópias baratas do Hugo Chavez e este por sua vez é uma planta nascida do esterco da revolução cubana. Este governo, tem sim laços de amizade com as FARC, pois guerrilheiro defende guerrilheiro, o caso mais conhecido neste governo é a Dilma, que era também colega do heroi do PT "Lamarca", guerrilheiro assassino cruel, assaltante de bancos, (aliás a Dilma também foi), sequestrador, ladrão de armas do exército, desertor, e ainda assim sua familia recebeu mais de um milhão de indenização mais a pensão de coronel. sem opinião
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Ricardo Perrone (48) 12/11/2009 11h26
Ricardo Perrone (48) 12/11/2009 11h26
O Governo colombiano não deveria exercer esse tipo de artifício para capturar assassinos, bandidos ou guerrilheiros. Pagar recompensa é um estímulo a práticas detestáveis do caráter humano, como: ganância, traição e mentira. O governo deveria pegar o valor de tal recompensa e empregar nas atividades investigativas da polícia ou mesmo em sua modernização. O Estado deve ter por meta estimular o bom comportamento na sociedade, banindo práticas detestáveis mesmo que sejam por uma boa causa. 5 opiniões
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O Pacificador (232) 12/11/2009 11h03
O Pacificador (232) 12/11/2009 11h03
"Governo colombiano oferece US$ 1 milhão pelos assassinos de soldados do país..."
Nem precisava tanta grana.
Quem pode entregar os "cabeças" das Farc, é só gente interna mesmo.
Por dinheiro, que a verdadeira ideologia deles, esses "guerilheiros", fazem qualquer coisa.
Como já mostraram antes que são capazes, cortando até as maos de um líder da guerilha, para comprovar sua eliminação.
Uma fração do oferecido, teria sido mais do que sufiente...
sem opinião
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