Obama é muito mais popular entre negros, diz pesquisa
da Folha Online
O provável candidato democrata à Presidência Barack Obama é muito mais popular entre os negros do que entre os brancos, segundo pesquisa publicada nesta quarta-feira pelo jornal "New York Times".
Obama, que é o primeiro candidato negro indicado por um dos dois grandes partidos americanos, tem a opinião favorável de 83% dos negros e apenas 31% dos brancos. No entanto, a maioria dos americanos (70% dos brancos e 65% dos negros) afirma que o país está preparado para ter um presidente negro.
A pesquisa dá a Obama uma vantagem de seis pontos percentuais sobre seu adversário republicano, John McCain, em intenções de voto (45% contra 39%), com um forte apoio entre os negros (89% contra 2%) e os hispanos (62% contra 23%), enquanto McCain tem vantagem entre os brancos (46% contra 37%).
| AP |
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| Senador democrata Barack Obama (esq) é melhor avaliado entre os eleitores negros do que seu rival republicano, senador John McCain |
Obama --que tem mais de 90% das intenções de voto entre os negros-- é visto pela grande maioria destes eleitores (72%) como um candidato que se preocupa com os problemas e necessidades de pessoas comuns e por 62% como um político patriota. Entre os brancos, estas porcentagens são muito menores, 31% e 32%, respectivamente.
Neste aspecto, McCain tem novamente um cenário negativo. Apenas 23% dos eleitores brancos dizem que ele se preocupa com os problemas dos eleitores brancos e uma porcentagem muito menor, 9%, dos negros diz o mesmo. Mas a experiência do republicano --veterano de Guerra do Vietnã e senador em seu quarto mandato-- parece influenciar na opinião dos eleitores sobre seu patriotismo. Quase 80% dos eleitores brancos e 56% dos eleitores negros dizem que ele é muito patriota.
Outro reflexo do maior apelo de Obama entre os negros é a grande porcentagem, 91%, de eleitores negros que dizem acreditar que Obama vai efetivamente trazer mudanças para Washington --principal tema de campanha do senador.
No caso do republicano, esta porcentagem é muito menor, apenas 14% dos negros e 30% dos brancos acreditam que ele mudará o modo como a política é feita nos EUA. No cenário geral, 61% dos eleitores dizem que McCain continuará com as políticas econômicas de Bush, número que sobe para 78% quando se fala das políticas de Bush para o Iraque.
Em um ano de baixa popularidade do presidente Bush e do Partido Republicano, ser visto como uma "continuação" do mandato atual pode afastar muitos eleitores de McCain.
A pesquisa "NYT"/CBS News foi realizada entre 7 e 14 de julho com 1.796 eleitores. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
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Especial



Vejam, a premissa foi: Autodeterminação dos povos [que o Luiz não tratou do assunto, mas que o missivista rapidinho resolver ler "dentro" do texto do outro. Realmente está na CF/88: Art. 4º, III, CF/88 a tal da 'autodeterminação', mas não passa de zurrada constitucional eqüina].
Depois, uma outra premissa menor que não guarda nenhuma relação com a maior [anterior], e a conclusão ilógica [espúria]: "Por isso os Republicanos...".
Assim fica fácil: eu junto abóbora com melancia e digo que as duas são a mesma coisa porque o colorido interno de ambas são semelhantes!
Tertulia Flacida ad Bovinum Adormentare
(conversa pra boi dormir!)
Eduardo Velasco
Natal/RN
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Sr. Mac Cain copiar não é feio desde que se de o crédito a fonte. Mundança, até onde sei é mote de campanha do Senador Obama. O lema "ir para Wasghiton para refomar o país" também é de Obama. Por favor ponha a criatividade para funcionar e traga algo novo para deleite dos seus apoiadores. A América já teve um filho imitando o pai na presidência, e olha no que deu: A nação além de cair no atoleiro econômico, tem hoje boa parte do mundo odiando os EUA e sua máquina de fabricar guerras.
Enquanto Obama elogia o passado de Mac Cain. o general agride Obama com palavras impróprias e ao mesmo tempo tenta copia-lo sonhando alcançar a popularidade do Senador democrata. É por isso que o povo americano está mais simpático ao democrata que é original, do que à qualquer genérico de ocasião.
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