Mundo
17/07/2008 - 09h08

Campanha de Obama anuncia arrecadação de US$ 52 mi em junho

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colaboração para a Folha Online

A campanha do provável candidato democrata à Casa Branca Barack Obama arrecadou US$ 52 milhões (R$ 82,9 milhões) em junho, uma aumento em relação ao mês passado e mais que o dobro dos US$ 22 milhões (R$ 35,1 milhões) arrecadados por seu rival republicano, John McCain.

Em um e-mail para colaboradores, o diretor de campanha de Obama, David Plouffe, disse que a campanha arrecadou a quantia com doações médias de US$ 68 (R$ 108,50).

Obama e o Comitê Democrata Nacional tem agora US$ 72 milhões (R$ 114,9 milhões) em caixa para o financiamento da campanha presidencial, disse Plouffe.

"Mais mais impressionante que o número é como você fez", escreveu Plouffe. "Centenas de milhares de pessoas comuns contribuíram para construir nossa campanha por mudança. Muitos doaram pela primeira vez, dando apenas o que eles podiam dar e a média de doação é de apenas US$ 68", continuou o diretor de campanha.

A campanha de Obama ficou conhecida, ainda na época das primárias, por ser uma máquina de arrecadação, contando com uma lista de 1,7 milhões de colaboradores --muitos dos quais vindos da internet.

O número deste mês é apenas pouco menor que a melhor marca de arrecadação Obama --em fevereiro, ele arrecadou US$ 55 milhões (R$ 87,7 milhões). A quantia de junho também mostra sinais de recuperação depois de um mês de maio preocupante, com apenas US$ 21,9 milhões (R$ 34,9 milhões) arrecadados.

Mesmo assim, Plouffe diz que McCain e o Comitê Nacional Republicano ainda têm uma grande vantagem financeira, com quase US$ 100 milhões (R$ 159,6 milhões) em caixa, no final de junho.

"Nós desenvolvemos uma estratégia, uma estratégia muito agressiva, que apenas funcionará se nossos milhões de apoiadores continuarem a contribuir com seu tempo e seu dinheiro", escreveu Plouffe.

Alguns analistas estavam questionando a capacidade de arrecadação de Obama, com a redução em seus números nos últimos dois meses. Um de seus maiores assessores criticou o artigo do "Wall Street Journal", publicado na semana passada, que dizia que a campanha democrata arrecadou apenas US$ 30 milhões (R$ 47,8 milhões) em junho.

Ciente de seus bons números em arrecadação, Obama recusou recentemente os US$ 84 milhões (R$ 134 milhões) do sistema de financiamento público eleitoral. Deste modo, ele fica livre para arrecadar e gastar quanto conseguir até as eleições de 4 de novembro.

Com Reuters

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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