Obama culpa imprensa de direita por queda na popularidade de sua mulher
da Folha Online
O provável candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, culpou a imprensa de direita pelos constantes ataques a sua mulher, Michelle e sua conseqüente queda de popularidade nas pesquisas.
Em entrevista à revista "Glamour", Obama citou a imprensa "conservadora", Fox News e a National Review como exemplos de jornalistas que "atacaram Michelle de maneira deliberada e sistemática" e a trataram "como o candidato, de uma forma que você raramente vê os democratas fazerem contra os republicanos".
Ele reiterou --assim como seu rival republicano John McCain já havia feito-- que as mulheres dos presidenciáveis são "civis que não pediram por isso" e, portanto, devem ser deixadas de fora dos ataques políticos.
Uma pesquisa realizada em junho pelo Pew Research Center apontou que 39% dos eleitores tem uma visão negativa de Michelle, um aumento de 17 pontos percentuais desde maio. Estes números são mais positivos para a possível primeira-dama republicana, apenas 26% tem uma visão negativa de Cindy.
A pesquisa apontou ainda que ambas têm o mesmo nível de popularidade, 44% dos eleitores dizem ver Michelle de maneira positiva e 42% indicam o mesmo de Cindy.
Michelle foi tema de uma caricatura da revista "New Yorker" onde aparece vestida com roupas militares e carregando uma arma, ao lado do marido vestido com um turbante branco. A idéia da revista é, segundo o editor, ironizar os boatos de que Michelle faz parte de grupos militantes dos negros.
Na entrevista, cujo texto foi antecipado pelo jornal "The New York Times", Obama defende a mulher que é "ironicamente a mais típica mulher americana" que conhece. "Ela cresceu em uma família "Leave it to Beaver"", disse o democrata, em referência ao seriado americano dos anos 50 que retratava uma típica família de classe média dos EUA.
A baixa popularidade de Michelle pode ser um efeito negativo da maior cobertura da imprensa. O Projeto para Excelência na Cobertura Jornalística de Campanha aponta que, na primeira metade do ano, a mulher de Obama apareceu de maneira significativa em 102 reportagens, enquanto Cindy McCain apareceu em apenas 28.
"Se você começa a ser objeto dos ataques furiosos de Sean Hannity e outros como ele, isso vai aumentar seus números negativos", justificou Obama à revista.
Cauteloso, ele disse que o responsável pelos ataques não foi a campanha de seu rival, mas "o aparato de colunistas, blogs e outras mídias conservadoras".
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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