McCain critica política e viagem internacional de Obama
colaboração para Folha Online
O republicano John McCain intensificou suas críticas as propostas democratas para os conflitos no Iraque e Afeganistão. O provável candidato disse que a retirada das tropas abrirá à nação árabe para o tipo de caos que ela estava há 18 meses atrás, antes do reforço das tropas americanas.
Enquanto o provável candidato democrata Barack Obama prepara sua viagem ao Iraque --e outros destinos no Oriente Médio e Europa--, McCain disse, nesta quinta-feira, que é "surpreendente, surpreendente que alguém com nenhum histórico ou experiência militar" tenha proposta uma retirada das tropas antes de ter ido ao Iraque e conversado com o comandante dos soldados, David Petraeus.
McCain, veterano de Guerra do Vietnã, quer usar sua experiência em assuntos militares e de política externa para superar a vantagem de Obama em questões econômicas. Ele disse ainda que o plano de Obama de retirar as tropas de combate do Iraque em 16 meses é uma receita para "a derrota, caos, influência iraniana crescente na região e provavelmente uma guerra mais ampla".
Em conversa com repórteres em seu ônibus de campanha, o senador por Arizona insistiu que a mudança nas táticas militares americanas e o reforço das tropas com mais de 30 mil tropas no começo do ano "foi um sucesso".
"O fato é que estou feliz que ele está indo para o Iraque. eu estou feliz que ele está indo para o Afeganistão. É fundamental se você quer liderar esta nação e assegurar a segurança nacional", disse ainda, sobre a viagem de Obama ao país.
Na agenda democrata, está ainda uma visita ao Afeganistão, onde, segundo Obama, as forças terroristas da Al Qaeda estão efetivamente se fortalecendo.
Embora tenha visitado o Iraque oito vezes, McCain nunca foi ao Afeganistão. "Se ele estava tão preocupado com o Afeganistão e a ameaça lá e a necessidade de enviar novas tropas, você não acha que ele devia ter ido lá?", questionou McCain, reiterando a mesma crítica sobre falar do país sem ter estado lá.
Motivação política
A campanha do republicano não poupou críticas mais duras à viagem de Obama. Sua diretora de comunicação, Jill Hazelbaker, diminuiu a importância do evento como "o primeiro comício de campanha no exterior".
Embora não admita publicamente, a maior motivação da campanha democrata para esta viagem internacional foram justamente as duras críticas de McCain sobre a inexperiência em política externa e a falta de conhecimento de Obama da situação no Iraque. A viagem, que começa na próxima semana, incluiu ainda Israel, um encontro com líderes palestinos, Alemanha, França, Reino Unido e Jordânia.
Também na quinta-feira, a campanha de McCain lançou um vídeo de sete minutos intitulado "The Obama Iraq Documentary: Whatever the Politics Demand" ("O Documentário de Obama no Iraque: O que a Política Exigir"), criticando o discurso de Obama sobre a atuação
americana no país.
Em discurso em Grand Haven, Michigan, McCain adotou o tom mais crítico de sua equipe. Ele disse que, com exceção do Iraque e do Afeganistão, a viagem do rival democrata "tem um sabor político, para dizer o mínimo".
Mídia
A campanha republicana pensa também em como atrair a atenção da mídia durante a viagem de Obama ao exterior --acompanhado por alguns dos mais famosos jornalistas dos EUA.
Tom Rosenstiel, diretor do Projeto para Excelência do Jornalismo, disse que McCain já sabe o que é ter todos os holofotes virados para Obama. "Ele não tem tanta atenção quanto Obama quando os dois estão nos EUA", disse.
O projeto monitora 48 veículos diariamente, compilando o número de reportagens focadas em cada candidato. O resultado, até agora, aponta que Obama consistentemente tem mais atenção da mídia. Na semana de 7 a 13 de julho, Obama foi uma "presença significativa" em 77% das reportagens políticas, contra apenas 48% de McCain.
McCain provavelmente terá mais sucesso com a mídia local cobrindo seus eventos, do que nos noticiários nacionais. "Esta mídia é muito importante", ressaltou Rosenstiel.
Com Associated Press
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Especial


Quanto desperdício!
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Os números mostram que isso não funciona, é o fim.
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Segundo a imprensa, na Indiana e na Geórgia já estão exigindo carteira de habilitação com foto, o que deixará fora do pleito aqueles que não possuem carro.
Um estudo recente mostra que apenas 22% entre os 80% dos americanos que possuem carro, são negros. Ainda segundo este noticiário, no Condado de Orange, Flórida, dos 672 registros de eleitores negados, 50% são democratas e 10% são republicanos.
É, parece que o lobo perde o pelo, mas não perde o vício. Eu avisei! Cuidado Senador Obama não durma no ponto, exija olheiros internacionais porque o jogo vai ser duro e desleal.
No ano de 1998, escrevi uma monografia universitária de nome "O Grande Meggido". Nela eu afirmei que Bush seria candidato a presidência. E que ele venceria a eleição pois o partido democrata não ajudaria Al Gore. E afirmei que Bush faria um governo desastroso entregando o país quebrado ao seu sucessor. BINGO!!! Acertei mais uma na mosca, pena que não tive recursos para publica-lo. Meu raciocínio foi simples, fiz as contas e ví que Bush estaria completando nos EUA o domínio de 27 anos de GOG o Anti-Cristo da visão de Nostradamus e João.
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