Mundo
18/07/2008 - 08h36

Bill Clinton diz estar pronto para fazer campanha por Obama

Publicidade

colaboração para a Folha Online

O ex-presidente americano Bill Clinton disse nesta quinta-feira que fará campanha pelo provável candidato democrata, Barack Obama, amenizando as especulações sobre a tensão entre os dois democratas.

Quando questionado por repórteres de Nova York quando ele começaria a participar de eventos do senador, Clinton respondeu "quando ele me pedir".

O ex-presidente disse que teve uma "boa conversa" com Obama logo depois do fim das primárias democratas, durante as quais ele foi um dos maiores críticos do senador de Illinois.

Obama e Clinton conversaram por telefone em 30 de junho, três dias depois de sua primeira reunião pública do presidenciável com Hillary Clinton. Assessores disseram que o tema da conversa foi justamente o pedido de Obama para que Clinton o ajudasse na campanha.

Há especulações que, apesar do apoio declarado de Hillary a Obama, Clinton não se conformou com o fracasso da corrida da mulher pela nomeação democrata e, por isso, não participaria publicamente da campanha de Obama.

Outros apontam que Clinton não participará da campanha de Obama enquanto o senador não conseguir arrecadar uma soma significativa para ajudar a pagar as dívidas de campanha de Hillary, que chegam a US$ 20 milhões.

O ex-presidente é muito popular entre os eleitores democratas e poderia ajudar Obama a convencer muitos dos eleitores de Hillary a votar por ele nas eleições gerais de 4 de novembro.

Com France Presse e Associated Press

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
avalie fechar
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
avalie fechar
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
13 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (2849)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca