Mundo
18/07/2008 - 08h51

Chanceler alemã receberá Obama durante sua viagem ao país

Publicidade

da Efe, em Berlim
da Folha Online

A chanceler alemã, Angela Merkel, receberá, na próxima quinta-feira (24), o provável candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, que realizará um ato público em Berlim durante sua viagem pela Europa e pelo Oriente Médio.

O porta-voz do governo alemão, Ulrich Wilhelm, informou que a reunião entre os dois políticos acontecerá na Chancelaria e insistiu em que o lugar onde Obama falará em público é "assunto de sua equipe eleitoral e das autoridades competentes" da cidade.

Uma polêmica surgiu em torno do local do discurso de obama em Berlim. Inicialmente, os assessores de Obama haviam escolhido o emblemático Portão de Brandeburgo como cenário do discurso, um local tradicional para discursos dos políticos alemães.

Merkel expressou sua "estranheza" diante do propósito de Obama de discursar neste local, onde até agora falaram dois presidentes dos EUA --Ronald Reagan e Bill Clinton--, mas nunca um candidato à Presidência.

Diante da tensões dentro do governo alemão, entre os conservadores e os partidos de centro-esquerda, a equipe de Obama teria começado a analisar lugares alternativos.

Obama afirmou recentemente que as controvérsias sobre seu discurso no local, em Berlim, "não têm importância", e acrescentou não querer que o local atrapalhe sua mensagem.

"Nós estamos tentando coordenar com colegas alemães um local apropriado, mas ainda não escolhemos nenhum lugar em particular", disse Obama. "Eu quero ter certeza de que minha mensagem será ouvida, e não criar uma controvérsia".

O senador democrata acrescentou que seu objetivo é "explicar como vê o papel da próxima administração [americana] na reconstrução da aliança transatlântica".

Berlim deve ser o único ponto da viagem pela Europa em que Obama pronunciará um discurso. Nas outras capitais que visitará, Londres e Paris, terá apenas reuniões com líderes locais.

A viagem de Obama inclui ainda uma passagem por Israel, Jordânia, Afeganistão e uma reunião com líderes palestinos.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
avalie fechar
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
avalie fechar
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
13 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (2849)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca