Obama cria equipe de 300 assessores para melhorar sua política externa
colaboração para a Folha Online
A poucos dias de sua primeira viagem internacional, o provável candidato democrata Barack Obama conta com uma equipe de cerca de 300 pessoas para assessorá-lo nos assuntos de política externa.
A equipe, organizada como um mini Departamento de Estado, é responsável por atualizar o senador por Illinois em todos os assuntos importantes ao redor do mundo, aponta reportagem do jornal "New York Times". Veja íntegra, em inglês
Assim, todas as manhãs, Obama recebe dois e-mails de seu time; um com o resumo dos assuntos mais importantes que aconteceram ao redor do mundo nas últimas 24 horas e outro com uma lista de perguntas --e sugestões de respostas-- sobre os temas, para caso algum jornalista questione o democrata.
O enorme time de conselheiros de assuntos internacionais é parte dos esforços da campanha democrata para combater as críticas republicanas de que Obama é inexperiente em assuntos internacionais. É parte também da preparação do presidenciável para sua viagem internacional, que incluiu paradas na Alemanha, França, Inglaterra, Jordânia, Iraque, Israel e Afeganistão.
A idéia é evitar que Obama cometa uma gafe, como seu rival republicano John McCain que confundiu xíitas e sunitas em sua viagem ao Iraque.
"Se há algo grande na manhã, nós enviamos um e-mail ou ligamos para Obama", disse Lippert, um dos principais assessores do time. "Então, em vez de termos 20 pessoas na ponta dos dedos, temos 300. A pressão está lá, o tempo é muito mais curto, mas o princípio é o mesmo, alinhar as ligações, informar o candidato, e-mais, comunicados", explicou Lippert.
"É difícil manter, sem dúvidas", disse Denis McDonough, principal assessor político de Obama, sobre a infra-estrutura da equipe, que se divide de acordo com temas e regiões. "Mas uma administração também é difícil manter. Nós também sabemos que é mais confuso quando você não recebe todas as informações que você consegue", disse, sobre o time que agora incluiu os principais assessores de política externa da ex-rival Hillary Clinton.
Alguns dizem que é difícil saber se o que escrevem efetivamente chegará ao senador. "É tudo muito misterioso, o que mandamos a ele e o que efetivamente chega a ele", disse Michael A. McFaul, especialista em Rússia na Universidade Stanford que lidera a parte de Rússia e Eurásia da equipe de Obama.
Equipe
A maioria dos principais membros de sua equipe serviram em política externa durante a administração do ex-presidente Bill Clinton, aponta o "NYT". Entre eles, dois ex-secretários de Estado, Madeleine K. Albright e Warren Christopher.
A maioria deles também é, como Obama, contrária à Guerra do Iraque. Eles também tendem a ser, aponta o "NYT", mais liberais e enfatizar uma diplomacia menos agressiva e ajuda econômica na tentativa de avançar os interesses dos EUA.
Como Susan E. Rice, assistente da Secretaria de Estado da administração Clinton para assuntos africanos. Ela pediu por uma resposta mais dura à crise em Darfur, no Sudão.
Outro membro deste enorme time é Anthony Lake, o primeiro conselheiro de Clinton em segurança nacional que criticou o fracasso do governo em confrontar o genocídio em Ruanda, em 1994 e, agora, reconhece a inação como um grande erro.
O time de seu rival republicano é muito menor, contando com apenas 75 pessoas que não se organizam em equipes especializadas.
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Especial


Pois é, com a derrocada de MacCain ficamos sem ter com quem debater aqui nesse espaço de papel, virou açao só entre amigos... rsrsrs.
Ao contrário do que disse NÃO FOI CESAR QUEM FRITOU ROMA!!! Foi Nero... (temos que dar crédito a quem merece néh...) e nem assim apareceu alguém pra me xingar pelo erro... tá difícil viu Shirley... o pessoal tá triste que só... já pensou? terem que se referir ao presidente Husseim por quatro anos... isso é pior que lhes arrancar um dente sem anestesia!!! Acho mesmo que estão todos reunidos fazendo figa para um tropeço de Obama... heheheh
Tarde demais.
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Estou de volta após dias maravilhosos !! Eu, que conhecia de Santa Catarina apenas Florianópolis, Camboriú e Blumenau, desta vez fui a Laguna, Orleans, Criciuma, Imbituba, Itapirubá e São Joaquim. Cidades encantadoras, limpas, organizadas, de povo hospitaleiro. Fiquei encantada com o riquíssimo patrimônio natural de SC e feliz por encontrar ali pessoas tão conscientes de sua responsabilidade na preservação das matas, rios e espécies animais. Estão de parabéns os catarinenses! Fui também a Gramado e Canela, no Rio Grande do Sul. Foram dias muito especiais. Recomendo.
Ainda bem, Luiz, que essas eleições já estão na reta final. Confesso que já estou ficando esgotada de ler tantos absurdos. Quanto cinismo !! Mentiras deslavadas, distorções propositais dos fatos, campanha de baixo nível por parte dos republicanos, incitando à violência e ao racismo.
Cruzes !! Quando eu penso que esse povo já chegou ao máximo em matéria de baixaria e estupidez, eles surpreendem e tornam tudo ainda pior. Espero que Obama continue a manter a conduta equilibrada demonstrada até aqui. Esses republicanos, definitivamente, são loucos de dar nó.
É lamentável que sua postura desequilibrada e violenta tenha tantos simpatizantes. Eles merecem uma derrota monumental. Quem sabe assim conseguem parar para refletir sobre tanta insensatez.
Avante Obama !
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A campanha chega em sua reta final. Com a realização do último debate os candidatos vislumbram seu destino. A campanha republicana se perdeu no meio da tempestade financeira, infelizmente a américa só acordou para o desastre representado por Bush quando o ataque foi aos seus próprios bolsos. Enquanto destruiam países ninguém reclamou, mas bastou para que o deles fosse implodido para que as coisas pudessem tomar outro rumo. Agindo como Cesar, que fritou roma por capricho, Bush assou a américa em fogo brando, aquecendo a todos com sua conversa mole e mentindo deslavadamente. Há quem goste é certo... Com um tipo de comportamento por semana MacCain/Palin só demonstram que querem o poder, sem nada oferecerem de concreto. Como um principiante o candidato só conseguiu aumentar a distância que o separa de Obama nas pesquisas. Como definiu claramente o âncora do SNL, Steve Colbert, MacCain acusou Obama de não saber a diferença entre tática e estratégia, ao que Colbert emendou: "...para MacCain, tática foi a utilizada por Bush/Rove nas primárias de 2000 para destruir sua imagem, e estratégia é a mesma tática usada anteriormente por Rove e a turma que agora auxilia MacCain, para que este destrua Barack Obama em 2008." Perfeito! Os republicanos já mostram sinais de desistência e falam abertamente que está tudo perdido, cabe agora saber se Obama terá maioria absoluta no congresso, se conseguir poderá fazer muito pela américa e pelo mundo.
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