Mundo
18/07/2008 - 14h07

McCain quer prolongar isenção de impostos sobre combustíveis para conter alta

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da Associated Press

O provável candidato republicano John McCain disse que sua proposta de suspender os impostos federais sobre os combustíveis durante o verão americano terá que ser prolongada caso os preços da gasolina continuem subindo e i influenciando a economia nacional.

"Eu acho que nós temos que pensar seriamente se precisaremos prolongar [a suspensão] dependendo do que acontecer com a economia", disse o republicano, nesta quinta-feira.

A proposta de McCain visa, através da isenção tarifária, reduzir os preços dos combustíveis nos meses em que a maioria dos americanos está de férias e o consumo de combustível é maior.

A idéia atraiu críticas do seu rival democrata, Barack Obama, que disse que a proposta não reduzirá os preços dos combustíveis para o consumidor já que as refinarias aproveitarão para simplesmente aumentar os preços de venda até compensar a diferença.

McCain defendeu sua proposta que, afirma, ajudaria aqueles que mais precisam diminuir gastos. "Eu acho que nós temos que considerar todas as opções, mas o fato é que nós precisamos de uma isenção de férias dos impostos sobre a gasolina. Nós precisamos disso, nós precisamos disso, nós precisamos muito disso. Os americanos prejudicados são aqueles com baixa renda que estão dirigindo os carros maios velhos".

A extensão da proposta foi sugerida por McCain antes de sua visita, nesta sexta-feira, a fábrica da General Motors, em Michigan e de um comício com os trabalhadores.

A indústria automobilística já enfrentava dificuldades quando se viu enfraquecida novamente pelo preço do combustível, que alcançou US$ 4 o galão. Em Michigan, o tema é de especial interesse já que a economia estadual vive da industria automobilística.

Mesmo no cenário nacional, pesquisas apontam que a economia é o tema de maior preocupação dos eleitores. Em um tema no qual seu rival democrata tem maior confiança dos eleitores, McCain tenta reverter o quadro com propostas de fortalecimento da economia com baixas tarifas e investimento em novas tecnologias energéticas.

A proposta de McCain visa a isenção do imposto de US$ 0,184 por galão. Obama critica dizendo que a proposta ignora os problemas energéticos do país, perpetua a dependência dops EUA no petróleo estrangeiro e tira o dinheiro que é destinado ao fundo federal responsável pela conservação de estradas e pontes.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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