McCain diz querer transformar veículo elétrico da GM em sucesso de vendas
da Asssociated Press, em Michigan
O provável candidato republicano à Casa Branca, John McCain, disse em discurso aos trabalhadores da fábrica de automóveis General Motors que ajudará a indústria a transformar seu protótipo de carro elétrico em um sucesso de vendas.
A proposta do senador republicano é investir em fontes alternativas de energia e, ao mesmo tempo, ajudar a indústria automobilística a se reerguer da recessão econômica vivida atualmente.
Atrás de seu rival democrata Barack Obama em assuntos de economia --pesquisas apontam que os eleitores confiam mais em Obama para resolver a desaceleração da economia americana--, McCain quis ampliar suas credenciais econômicas com um discurso sobre o tema para os operários da General Motors que viram colegas perderem seus empregos e suas casas.
O local do discurso também não foi por acaso. A economia de Michigan é baseada na indústria automobilística e o Estado foi um dos que mais sofreu com o aumento do preço do petróleo e, consequentemente, do combustível.
No começo desta semana, a GM anunciou demissão de um número não determinado de trabalhadores para reduzir seus custos. A montadora americana recorrerátambém aos mercados financeiros para obter até US$ 3 bilhões (R$ 4,79 bilhões) em empréstimos, além de obter outros US$ 3 bilhões através da venda de algumas marcas, como a Hummer.
As medidas visam compensar a redução nas vendas, principalmente de caminhonetes e carros grandes --que consomem mais combustível.
Antes de discursar aos trabalhadores, McCain conversou com o diretor-executivo do centro de design da GM, Rick Wagoner e outros diretores da empresa. Eles contaram a McCain de seus planos para lançar um modelo de carro elétrico de maior autonomia chamado "Volt".
Diante dos operários, McCain apontou para uma placa com a imagem do novo modelo e disse: "Eu farei tudo que estiver em meu poder para que este novo experimento, esta inovação tenha toda chance de sucesso e nós faremos com que os cidadãos americanos entendam o que está acontecendo aqui". O Volt deve ser lançado no mercado em 2010.
McCain adotou uma postura favorável à políticas ambientais, uma linha que os republicanos não costumam seguir. Ele já propôs um prêmio de US$ 300 milhões (R$ 479,7 milhões) para quem criar um modelo de carro à bateria que possa ser comercializado e disse que substituirá toda a frota federal por veículos com maior eficiência no consumo de combustível.
No discurso desta sexta-feira, McCain propôs dar um crédito fiscal de US$ 5.000 (R$ 7.795) para quem comprar um carro que não emita gases do efeito estufa.
"Todos nós aqui sabemos que um emprego é mais que um emprego", disse McCain.
Como faz normalmente, McCain abriu espaço para perguntas do público. A maioria dos questionamentos focou em economia, como os efeitos que as legislações ambientais podem ter na industria automobilística, planos de saúde e livre-comércio.
Em suas respostas, McCain disse que pressionará o poder legislativo para aprovar um plano que ajude os proprietários de casas a pagar as hipotecas, através de novas taxas fixas.
"Há milhares e milhares de cidadãos neste Estado que não podem pagar as parcelas da hipoteca e ficar em suas casas", disse McCain.
"Nós temos que atingir o fundo em algum momento e então será a subida de novo", disse, acrescentando que até a retomada da economia, o governo deve trabalhar para ajudar as pessoas a manter suas casas dando acesso a empréstimos com tarifas fixas.
Internacional
Enquanto McCain fica atrás de Obama em assuntos econômicos, o experiente senador lidera em temas de política internacional.
No comício de hoje, uma mulher questionou McCain sobre sua postura favorável à Guerra do Iraque e perguntou como ele resolverá o problema nuclear do Irã.
"Nós perdemos no Vietnã. Você disse que sabe como vencer guerras. Eu não sei se ganhar guerras é necessariamente algo que um presidente quer ou deva fazer", disse a mulher.
Em resposta, o senador por Arizona e prisioneiro da Guerra do Vietnã, disse que os EUA precisam manter "mão firme" quando lidam com Iraque e o Irã.
"Eu acredito que nós podemos modificar o comportamento do Irã. Nós precisamos exaurir cada opção possível antes de considerar uma opção militar. Os americanos fizeram grandes sacrifícios e isso entristeceu a todos nós", disse McCain. "Se nós falharmos, se nós formos derrotados, nós enfrentaremos sacrifícios muitos maiores de sangue e tesouro americano", completou.
Com as pesquisas apontando que os eleitores desaprovam a Guerra do Iraque, McCain acrescentou depois: "Eu odeio guerra. Ninguém odeia guerra mais do que um veterano".
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Especial


Quanto desperdício!
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Os números mostram que isso não funciona, é o fim.
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Segundo a imprensa, na Indiana e na Geórgia já estão exigindo carteira de habilitação com foto, o que deixará fora do pleito aqueles que não possuem carro.
Um estudo recente mostra que apenas 22% entre os 80% dos americanos que possuem carro, são negros. Ainda segundo este noticiário, no Condado de Orange, Flórida, dos 672 registros de eleitores negados, 50% são democratas e 10% são republicanos.
É, parece que o lobo perde o pelo, mas não perde o vício. Eu avisei! Cuidado Senador Obama não durma no ponto, exija olheiros internacionais porque o jogo vai ser duro e desleal.
No ano de 1998, escrevi uma monografia universitária de nome "O Grande Meggido". Nela eu afirmei que Bush seria candidato a presidência. E que ele venceria a eleição pois o partido democrata não ajudaria Al Gore. E afirmei que Bush faria um governo desastroso entregando o país quebrado ao seu sucessor. BINGO!!! Acertei mais uma na mosca, pena que não tive recursos para publica-lo. Meu raciocínio foi simples, fiz as contas e ví que Bush estaria completando nos EUA o domínio de 27 anos de GOG o Anti-Cristo da visão de Nostradamus e João.
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