Representantes da UE e do Irã iniciam diálogo sobre programa nuclear
da Efe, em Genebra
A reunião entre o alto representante de Política Externa e Segurança Comum da União Européia (UE), Javier Solana, e o negociador do Irã, Saeed Jalili, sobre a questão nuclear iraniana começou neste sábado em Genebra, com a presença do subsecretário de Estado para Assuntos Políticos dos Estados Unidos, William Burns.
A participação da autoridade americana é um fato inédito neste processo, liderado por Solana em nome dos cinco países do Conselho de Segurança da ONU (Estados Unidos, Reino Unido, França, China e Rússia) e a Alemanha.
| Arte Folha Online |
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Esta é a primeira vez que um representante americano de alto nível --Burns é o terceiro na hierarquia do Departamento de Estado americano-- se senta formalmente à mesma mesa com um enviado iraniano, desde a Revolução Islâmica, em 1979.
No entanto, Washington teve cuidado de esclarecer que Burns só escutará, e não participará formalmente das discussões, nas quais Jalili deverá entregar a resposta final do governo iraniano à mais recente proposta do grupo negociador que Solana transmitiu em junho.
Momentos antes de a reunião ter início, Solana e Jalili posaram para fotos apertando as mãos. Um porta-voz disse aos jornalistas que as delegações estão sentadas em torno de uma mesa oval e que de um lado está a delegação iraniana, com Jalili ao centro, e à frente dele está Solana.
Nos dois lados do representante europeu estão sentados funcionários dos países envolvidos nas conversas. A reunião deve durar em torno de duas horas e, depois, os participantes almoçarão juntos.
A porta-voz de Solana, Cristina Gallach, afirmou que o encontro estará caracterizado pela "flexibilidade a fim de favorecer um progresso".
A última oferta que o Irã recebeu abrange um pacote de incentivos para que o país suspenda o enriquecimento de urânio e as negociações formais possam retomar, assim, em um tom positivo.
Como novidade, a proposta abre a porta a um período de pré-negociação, durante o qual o Irã poderia continuar com a atividade, mas se comprometeria a não iniciar novas centrífugas. Em troca, as seis potências não adotariam sanções contra a nação. A reunião acontece na Prefeitura de Genebra.
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"a desgraça do mundo é foi e continuará sendo por muito tempo os Eua".
As desgraças do mundo tem outros nomes, como "Comunismo", "Relativismo ético", "Libertinagem", etc.
Se o senhor somar os mortos de todas as guerras do século XX, talvez não chegara ao número de mortos dessa doutrina assassina. A sua liberdade o senhor deve aos americanos que tanta odeia. Enquanto todos cruzavam os braços, os anglo-saxões (incluo os britanicos aí) estavam "salvando o seu pescoço". Esquece que foram principalmente eles que fizeram frente ao nazismo? Que foi a nação americana que combateu o comunismo sovietico (principalmente o Stalinismo)? Erraram, sim, muitas vezes, mas não fossem pessoas de coragem hoje falariamos alemão ou russo, e estaríamos sob repressão política sanguinaria.
Portando não acuse os outros de pobres de espirito quando o senhor não sabe o básico de história contemporânea.
[]'s
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