Governo iraquiano nega que premiê tenha declarado apoio a plano de Obama
da Efe, em Bagdá
O governo iraquiano negou hoje que o primeiro-ministro do país, Nouri al-Maliki, tenha declarado seu apoio ao plano do candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, de retirar as tropas americanas do Iraque em um prazo de 16 meses caso ganhe as eleições presidenciais de novembro.
"Foram mal entendidas e mal traduzidas as declarações que o primeiro-ministro Nouri al-Maliki fez ontem, em entrevista à revista alemã Der Spiegel, sobre a visão de Obama a respeito da retirada das forças norte-americanas do Iraque", afirmou o porta-voz do Executivo iraquiano, Ali al-Dabbagh.
"As afirmações do chefe de governo não foram transmitidas de maneira exata", afirmou o funcionário iraquiano.
Ele lembrou ainda que a idéia defendida por Maliki sobre a saída dessas tropas é baseada nas necessidades do Iraque no âmbito da manutenção da segurança.
Dabbagh disse que a evolução positiva da situação de segurança nas cidades do Iraque fez com que o assunto da retirada dessas forças figurasse nas perspectivas e calendários de ambas as partes.
Por último, reiterou que as declarações de Maliki ou de qualquer membro do governo iraquiano não devem ser entendidas como apoio a nenhum dos dois candidatos à Presidência dos EUA.
A reação oficial iraquiana ocorre um dia depois que a revista "Der Spiegel" anunciou que o premiê iraquiano tinha dito, em entrevista --que o semanário publicará na segunda-feira--, que o prazo de retirada das tropas dos EUA proposto por Obama era "correto, salvo modificações pontuais".
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Especial


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Aí está um belo exemplo de quem tem experiência de vida.
Além de escolher uma governadora, se por acaso ele perder as eleições - o que acho difícil - já lançou uma rival para enfrentar Hillary na futura eleição.
Se ele ganhar - como tudo indica - sua vice poderá sair ainda mais fortalecida no final do mandato.
Isso é claro, se os republicanos fizerem um bom governo desta vez.
É bom ter mulheres governando, além de sensíveis tem o juizo no lugar. São mais humanas.
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Não é à minha pessoa que você dirigiu essas palavras baixas, por sinal fruto das trevas que você se encontra.
Agora, se você pensa assim dou-lhe uma sugestão:
Faça suas malas, tire passaporte e escolha qual outro país queira morar.
Tanto os EUA quanto o Brasil é uma nação predominantemente cristãs.
Aliás a maioria das nações mais desonvolvidas do mundo são cristãs.
O que você faz por aqui?
Vá para a Rússia, Afeganistão, Albânia, Nepal ou qualquer outro país de regimes fundamentalistas do islamismo ou então dos sincretismos religiosos dos países da áfrica.
Não desfrute da democracia baseadas no conceitos judaico-cristão, pois você não merece.
Ou então viva no anonimato e estude bastante, pois seria a melhor opção para pessoas que pensam como você.
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