Mundo
20/07/2008 - 11h46

Em Paris, Betancourt pede "liberdade para todos" os reféns das Farc

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da Efe, em Paris

A franco-colombiana Ingrid Betancourt abriu um show em Paris em prol da libertação dos reféns das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e exigiu "liberdade para todos" os seqüestrados da guerrilha.

Dezoito dias após sua libertação junto com outros 14 seqüestrados pela guerrilha colombiana, Betancourt se dirigiu ao líder máximo das Farc, Alfonso Cano, para dizer a ele: "Chega de seqüestros".

"Veja esta Colômbia, veja a mão estendida do presidente (colombiano, Álvaro) Uribe. Entenda que já não é mais hora de derramar sangue", disse Betancourt ao chefe das Farc.

Vincent Kessler/Reuters
Ingrid Betancourt chora com a irmã durante evento pela libertação dos reféns
Ingrid Betancourt chora com a irmã durante evento pela libertação dos reféns

Betancourt fez essas declarações no palco montado no Trocadero, em frente à torre Eiffel, diante de milhares de pessoas, a maioria colombianos e de outros países da América Latina.

O ato, que começou com 45 minutos de atraso, teve início com a execução no hino nacional colombiano, cantado pelos cidadãos do país presentes, já que hoje se comemora o Dia da Independência da Colômbia.

Betancourt disse que hoje é "o dia de fraternidade, da unidade entre todos os colombianos" e afirmou que nessa e em outras concentrações convocadas para reivindicar a liberdade dos reféns das Farc, "o amor é o único (sentimento) que nos move".

Por isso, "damos graças a Deus, damos graças à Virgem", disse a ex-refém da guerrilha, acompanhada de vários familiares no palco, com uma enorme bandeira da Colômbia e um cartaz que dizia: "Liberdade e paz".

Betancourt lembrou que ainda há 3.000 seqüestrados em poder das Farc e afirmou que "a guerra tem de acabar na Colômbia e no mundo inteiro".

A ex-refém agradeceu repetidamente a todos os presentes, particularmente "aos franceses, que nunca nos abandonaram".

Antes do discurso da ex-refém, os organizadores mostraram cartazes com fotos dos companheiros de infortúnio de Betancourt que continuam na selva colombiana e dos quais ela mesma citou os nomes de vários.

Comentários dos leitores
Jorge Bronze (42) 02/12/2009 07h58
Jorge Bronze (42) 02/12/2009 07h58
JR, você deveria dizer que os votos estão sendo comprados juntamente com suas consciências. Os bolsas diversas não dignificam ninguém, apenas resolvem num momento o seu problema, este desgoverno pretende criar mais dois bolsas, o da cultura e o do celular, isso se chama compra de voto, e o PT é PHD nisso, agora falar em 3º mandato para o imcomPeTente, é exatamente fazer o que o lixo do Zelaia iria fazer, se perpetuar no poder como alguns idiotas estão querendo fazer na América Latina, simplificando alguns são cópias baratas do Hugo Chavez e este por sua vez é uma planta nascida do esterco da revolução cubana. Este governo, tem sim laços de amizade com as FARC, pois guerrilheiro defende guerrilheiro, o caso mais conhecido neste governo é a Dilma, que era também colega do heroi do PT "Lamarca", guerrilheiro assassino cruel, assaltante de bancos, (aliás a Dilma também foi), sequestrador, ladrão de armas do exército, desertor, e ainda assim sua familia recebeu mais de um milhão de indenização mais a pensão de coronel. sem opinião
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Ricardo Perrone (48) 12/11/2009 11h26
Ricardo Perrone (48) 12/11/2009 11h26
O Governo colombiano não deveria exercer esse tipo de artifício para capturar assassinos, bandidos ou guerrilheiros. Pagar recompensa é um estímulo a práticas detestáveis do caráter humano, como: ganância, traição e mentira. O governo deveria pegar o valor de tal recompensa e empregar nas atividades investigativas da polícia ou mesmo em sua modernização. O Estado deve ter por meta estimular o bom comportamento na sociedade, banindo práticas detestáveis mesmo que sejam por uma boa causa. 5 opiniões
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O Pacificador (232) 12/11/2009 11h03
O Pacificador (232) 12/11/2009 11h03
"Governo colombiano oferece US$ 1 milhão pelos assassinos de soldados do país..."
Nem precisava tanta grana.
Quem pode entregar os "cabeças" das Farc, é só gente interna mesmo.
Por dinheiro, que a verdadeira ideologia deles, esses "guerilheiros", fazem qualquer coisa.
Como já mostraram antes que são capazes, cortando até as maos de um líder da guerilha, para comprovar sua eliminação.
Uma fração do oferecido, teria sido mais do que sufiente...
sem opinião
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