Obama diz que Maliki apóia saída das tropas americanas em 2010
da Folha Online
O primeiro-ministro iraquiano, Nuri al Maliki, declarou seu apoio ao plano de retirada das tropas americanas do Iraque em 2010. Em comunicado emitido nesta segunda-feira pelo Senado americano, o premiê concordou com uma proposta negociada junto ao candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama.
"O primeiro-ministro disse que este é um momento apropriado para iniciar um plano de reorganização de nossas tropas no Iraque, incluindo números e missões", revela o documento. Maliki "manifestou sua esperança de que as forças de combate possam sair do Iraque em 2010", diz Obama.
Obama ainda conversou sobre a situação das 145 mil tropas americanas no país, sua preparação e disposição. Segundo a televisão estatal iraquiana Al Iraquiya, o premiê apresentou o cenário do progresso da situação iraquiana desde que, com a invasão americana, o regime de Saddam Hussein foi derrotado.
O provável candidato democrata à Casa Branca reuniu-se nesta segunda-feira com principais líderes políticos do Iraque para discutir a situação do país após cinco anos da invasão americana.
Segundo fontes parlamentares, Obama --que realiza no momento um giro por Oriente Médio e Europa-- encontrou o presidente iraquiano, Yalal Talabani, e o vice-presidente, Tareq al Hachemi, com quem discutiu a evolução da situação política do país.
O senador democrata causou polêmica na semana passada ao dizer que poderia "refinar" sua visão sobre o Iraque depois de conversar com os comandantes americanos. A ala mais liberal dos democratas acusaram Obama de estar caminhando em direção ao centro para conquistar mais eleitores.
Embora não seja mais o tema principal das eleições presidenciais --como foi em 2004, a visita de Obama ao Iraque coloca a estratégia militar dos EUA e o número de tropas americanas servindo no país no centro da disputa eleitoral. Atualmente, há mais de 140 mil soldados americanos no Iraque.
O democrata veio do Kuait, onde fez uma breve visita surpresa após viagem de dois dias ao Afeganistão. Está é a segunda viagem do senador de Illinois ao Iraque, a sua primeira rápida visita foi em janeiro de 2006.
Com France Presse
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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