McCain critica viagem de Obama ao lado do ex-presidente Bush
da Associated Press, em Kennebunkport
O provável candidato republicano à Casa Branca, John McCain, insistiu nesta segunda-feira que a Guerra do Iraque, como ele defende, foi um sucesso e que o seu rival, o democrata Barack Obama, "esteve completamente errado".
"Nós tivemos sucesso. Nós não estamos tendo sucesso, nós tivemos sucesso", disse McCain, em um evento de arrecadação de verbas.
Enquanto Obama faz sua viagem pelo Iraque e Afeganistão, onde as tropas americanas atuam na luta contra a rede terrorista Al Qaeda, McCain criticou a visita do rival ao lado do ex-presidente George H. W. Bush, em sua casa de verão.
McCain disse aos repórteres que não se importava se a viagem de Obama estava roubando a atenção da mídia. "É o que é", disse o republicano, sem revelar muita coisa.
Sobre a retirada das tropas --um dos temas mais polêmicos da disputa presidencial deste ano-- McCain disse que deve "ser baseada em condições locais". O senador por Arizona defende uma "retirada responsável" dos soldados americanos, sem o estabelecimento de uma data prévia para tal. Já seu rival democrata quer que todas as tropas de combate estejam fora do país em 16 meses.
"Quando você ganha guerras, as tropas voltam para casa", disse McCain. "Ele tem estado completamente errado sobre o assunto. eu estive firme em minha posição", completou, dizendo que Obama é "alguém que não tem experiência militar nenhuma".
Justamente para combater esta crítica, obama planejou a viagem às zonas de atual conflito dos EUA e também aos principais parceiros europeus. Ele quer melhorar suas credenciais em política externa e assuntos de segurança nacional.
Sobre a atuação americana no Afeganistão, onde os comandantes pedem por mais tropas no combate aos terroristas da Al Qaeda, McCain disse: "Sempre disse que é demorado e difícil".
Bush
"Meu respeito por ele não tem limites", disse Bush pai, sobre McCain. O ex-presidente preferiu manter um tom mais ameno em relação a Obama e desejou ao democrata uma boa viagem e uma recepção especialmente calorosa em Berlim.
A visita de Obama a Berlim foi alvo de uma polêmica com políticos locais. Primeiramente, a campanha de Obama planejava organizar um discurso no Portão de Brandeburgo, onde a maioria dos candidatos alemães e os ex-presidentes americanos Bill Clinton e Ronald Reagan fizeram discursos.
Depois da chanceler alemã, Angela Merkel, dizer que estranhava a escolha do democrata, a campanha preferiu escolher outro lugar, para não criar um clima de tensão na visita de Obama.
Bush --que foi presidente entre 1989 e 1993-- se recusou a falar sobre as duas guerras mantidas pelos EUA, passando a palavra a McCain.
"Sem conselhos. eu acho que ele está fazendo um ótimo trabalho", disse.
Em conversa com os repórteres, após a coletiva, Bush contou que está ansioso para pular de pára-quedas de um avião, no seu aniversário de 85 anos, em 12 de junho de 2009.
Ele disse que a mulher, Bárbara, disse a ele que este será "de um jeito ou de outro, o pulo final".
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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