Polícia diz que continuará a seguir pistas no caso Madeleine
da France Presse, em Lisboa
A polícia judicial portuguesa disse nesta terça-feira que continuará a seguir todas as pistas sobre o desaparecimento da menina inglesa Madeleine McCann, apesar do arquivamento do caso pela promotoria, segundo o diretor nacional da entidade, Almeida Rodrigues.
O ex-diretor nacional da PJ portuguesa, Alipio Ribeiro, por sua vez, criticou a decisão da promotoria de arquivar o caso, considerando-a precipitada.
A Justiça portuguesa decidiu na segunda-feira arquivar o caso e suspender os indiciamentos, principalmente os dos pais, após 14 meses de uma investigação que não permitiu elucidar o mistério do desaparecimento da menina de 3 anos no sul do país.
O Ministério Público decidiu "arquivar a investigação sobre o desaparecimento da pequena Madeleine McCann, por falta de provas de que as pessoas indiciadas tenham cometido algum crime", diz um, comunicado do Procurador-Geral da República.
Em conseqüência, o Ministério Público decidiu "suspender os indiciamentos" dos pais da menina, Gerruy e Kate McCann, e do britânico Robert Murat.
Assim que a decisão da justiça portuguesa foi anunciada, o porta-voz do casal McCann, Clarence Mitchell, expressou o "alívio" de seus clientes, descartando, no entanto, qualquer "comemoração". "Os pais de Madeleine nunca deveriam ter sido indiciados", acrescentou.
Desaparecimento
Madeleine desapareceu poucos dias antes de seu quarto aniversário, quando dormia em um quarto do complexo turístico de praia da Luz (sul de Portugal), onde estava com sua família.
Dizendo-se convencidos de que sua filha tinha sido seqüestrada, os McCann mobilizaram toda a comunidade internacional, conseguindo até uma audiência com o Papa no Vaticano.
No entanto, a Polícia Judiciária portuguesa disse privilegiar a tese da morte da menina.
Em 7 de setembro de 2007, os pais foram indiciados como suspeitos de terem escondido o corpo de sua filha depois de uma morte acidental. Desconfiando da ação da polícia portuguesa, os McCann contrataram detetives particulares para continuar a investigação.
O Ministério Público português disse que o caso pode ser reaberto "se novos elementos aparecerem", e confirmou que qualquer pessoa "que mostrar interesse legítimo" terá acesso aos documentos da investigação até meados de agosto, "quando expira o prazo legal".
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Mesmo assim agradeço o espaço...ahhh e só dão tanto enfase nesta historia porque é uma menina do 1º mundo e rica....... porque temos aki no Brasil crianças sendo espancadas e que somem e nem ao menos citam o nome delas.......então gente é muito louvavel o que fazem o que dizem ... mas querem dar um culpado para a garotinha da ingleterra ..... mas antes disso pense nas nossas crianças.. "QUEREM SALVAR O MUNDO, PRIMEIRAMENTE ARRUMEM VOSSOS QUARTOS"
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