Mundo
22/07/2008 - 20h58

Após visitar Jordânia, Barack Obama chega a Israel

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da Efe, em Jerusalém
colaboração para a Folha Online

O provável candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, aterrissou nesta terça-feira em Tel Aviv para iniciar uma rápida visita a Israel e Cisjordânia, escalas de sua viagem pelo Oriente Médio e pela Europa.

Após viajar ao Afeganistão, Iraque e Jordânia, Obama chega a Israel no mesmo dia em que um palestino feriu perigosamente dois israelenses com uma escavadeira perto do hotel de Jerusalém onde o senador americano se hospedaria.

Amanhã pela manhã, o candidato democrata à Casa Branca visitará o Museu do Holocausto e se reunirá com o líder da oposição israelense, o ex-primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

Depois, se reunirá com o chefe de Governo israelense, Ehud Olmert, e com os ministros Assuntos Exteriores, Tzipi Livni, e de Defesa, Ehud Barak.

O americano viajará com os ministros para Sderot --região do sul de Israel mais castigada pelos foguetes lançados de Gaza pelas milícias palestinas-- onde se apresentarão para a imprensa.

Obama ressaltou na Jordânia que se chegar à Casa Branca trabalhará por uma paz entre israelenses e palestinos baseada na existência de dois Estados.

Na Cisjordânia, Obama se reunirá com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, na cidade de Ramala.

Segundo sua equipe, a viagem serve para que Obama conheça a situação real dos países em conflito e para que estreite os laços diplomáticos com importantes aliados na Europa.

Analistas apontam, contudo, que a primeira viagem internacional de Obama como provável candidato serve para mostrar aos eleitores que ele pode lidar com temas de política externa e segurança nacional.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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