Mundo
23/07/2008 - 07h34

Obama tem agenda cheia em visita a Israel e Cisjordânia

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da Efe, em Jerusalém
da Folha Online

O provável candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, terá uma agenda repleta de reuniões com dirigentes israelenses e palestinos em sua visita de 36 horas a Israel e Cisjordânia.

Em declaração à imprensa pouco depois de chegar ontem à noite ao aeroporto Ben Gurion, próximo a Tel Aviv, o candidato democrata condenou o ataque que deixou cerca de 20 feridos horas antes em uma rua do centro de Jerusalém e a poucos metros do hotel onde está hospedado.

"Este atentado serve como uma lembrança de que temos de trabalhar de forma eficaz, urgente e unida para derrotar o terrorismo", afirmou.

Obama se reuniu na manhã desta quarta-feira com o ministro israelense da Defesa, Ehud Barak, e depois com o líder da oposição e ex-primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

O democrata deve se encontrar ainda com o presidente de Israel, Shimon Peres, em sua residência oficial.

Na tarde de hoje (hora local), o senador por Illinois viajará à cidade cisjordaniana de Ramala, para se reunir com o presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, e o primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad.

Também na tarde de hoje, Obama deve se encontrar em Jerusalém com a ministra de Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, com quem viajará de helicóptero à cidade israelense de Sderot, próxima à faixa de Gaza e uma das mais castigadas pelos ataques com foguetes lançados por milícias palestinas.

À noite, o candidato democrata será o convidado de honra de um jantar com o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, e depois deve visitar o Muro das Lamentações em Jerusalém.

A visita de Obama despertou grande expectativa em Israel, e a imprensa local destaca o interesse surgido em contraposição com a viagem à região do candidato republicano, John McCain, há alguns meses.

A visita de Obama faz parte de uma viagem internacional --que inclui Oriente Médio e Europa-- que tem como objetivo mostrar seus conhecimentos sobre política externa. Após passar por Afeganistão, Kuait, Iraque e Jordânia, Obama deve visitar também Alemanha, França e Reino Unido.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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