Obama tem agenda cheia em visita a Israel e Cisjordânia
da Efe, em Jerusalém
da Folha Online
O provável candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, terá uma agenda repleta de reuniões com dirigentes israelenses e palestinos em sua visita de 36 horas a Israel e Cisjordânia.
Em declaração à imprensa pouco depois de chegar ontem à noite ao aeroporto Ben Gurion, próximo a Tel Aviv, o candidato democrata condenou o ataque que deixou cerca de 20 feridos horas antes em uma rua do centro de Jerusalém e a poucos metros do hotel onde está hospedado.
"Este atentado serve como uma lembrança de que temos de trabalhar de forma eficaz, urgente e unida para derrotar o terrorismo", afirmou.
Obama se reuniu na manhã desta quarta-feira com o ministro israelense da Defesa, Ehud Barak, e depois com o líder da oposição e ex-primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
O democrata deve se encontrar ainda com o presidente de Israel, Shimon Peres, em sua residência oficial.
Na tarde de hoje (hora local), o senador por Illinois viajará à cidade cisjordaniana de Ramala, para se reunir com o presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, e o primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad.
Também na tarde de hoje, Obama deve se encontrar em Jerusalém com a ministra de Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, com quem viajará de helicóptero à cidade israelense de Sderot, próxima à faixa de Gaza e uma das mais castigadas pelos ataques com foguetes lançados por milícias palestinas.
À noite, o candidato democrata será o convidado de honra de um jantar com o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, e depois deve visitar o Muro das Lamentações em Jerusalém.
A visita de Obama despertou grande expectativa em Israel, e a imprensa local destaca o interesse surgido em contraposição com a viagem à região do candidato republicano, John McCain, há alguns meses.
A visita de Obama faz parte de uma viagem internacional --que inclui Oriente Médio e Europa-- que tem como objetivo mostrar seus conhecimentos sobre política externa. Após passar por Afeganistão, Kuait, Iraque e Jordânia, Obama deve visitar também Alemanha, França e Reino Unido.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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