Obama diz a Abbas que participará de processo de paz se for eleito
da Efe, em Ramala
O candidato do Partido Democrata à Casa Branca, Barack Obama, disse ao presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, que se envolverá no processo de paz do Oriente Médio se chegar à Presidência dos EUA, informaram fontes palestinas.
Segundo o chefe de negociação palestino, Saeb Erekat, após a reunião que Abbas e Obama realizaram nesta quarta-feira na cidade cisjordaniana de Ramala, o candidato democrata disse a seu interlocutor que "não perderá um minuto" nesse sentido se for eleito presidente dos EUA.
Erekat disse que a reunião teve uma hora de duração e que Obama também afirmou ao presidente da ANP que está se preparando para ter' um "papel construtivo" no Oriente Médio, caso ganhe as eleições.
O chefe de negociação palestino disse que Abbas deu "as boas-vindas" à visita de Obama, que, na sua opinião, "reflete a importância do problema palestino na política externa americana".
Saeb Erekat fez esta declaração aos jornalistas após negar que tivesse sido convocada uma entrevista coletiva conjunta entre Obama e Abbas.
Após sua estadia em Ramala, Obama prosseguirá sua agenda com um encontro com a ministra de Exteriores de Israel, Tzipi Livni, com quem irá à localidade israelense de Sderot.
A população se Sderot era alvo freqüente dos foguetes artesanais que os milicianos palestinos lançavam a partir da faixa de Gaza até a trégua assinada em junho, entre Israel e o movimento islâmico Hamas, que controla esse território palestino.
Obama concluirá o dia em Jerusalém com um percurso pelo Muro das Lamentações e um jantar com o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, antes de dar por encerrada amanhã sua viagem pelo Oriente Médio, que incluiu escalas no Afeganistão, Iraque e Jordânia.
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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