Mundo
23/07/2008 - 12h36

Obama diz a Abbas que participará de processo de paz se for eleito

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da Efe, em Ramala

O candidato do Partido Democrata à Casa Branca, Barack Obama, disse ao presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, que se envolverá no processo de paz do Oriente Médio se chegar à Presidência dos EUA, informaram fontes palestinas.

Segundo o chefe de negociação palestino, Saeb Erekat, após a reunião que Abbas e Obama realizaram nesta quarta-feira na cidade cisjordaniana de Ramala, o candidato democrata disse a seu interlocutor que "não perderá um minuto" nesse sentido se for eleito presidente dos EUA.

Erekat disse que a reunião teve uma hora de duração e que Obama também afirmou ao presidente da ANP que está se preparando para ter' um "papel construtivo" no Oriente Médio, caso ganhe as eleições.

O chefe de negociação palestino disse que Abbas deu "as boas-vindas" à visita de Obama, que, na sua opinião, "reflete a importância do problema palestino na política externa americana".

Saeb Erekat fez esta declaração aos jornalistas após negar que tivesse sido convocada uma entrevista coletiva conjunta entre Obama e Abbas.

Após sua estadia em Ramala, Obama prosseguirá sua agenda com um encontro com a ministra de Exteriores de Israel, Tzipi Livni, com quem irá à localidade israelense de Sderot.

A população se Sderot era alvo freqüente dos foguetes artesanais que os milicianos palestinos lançavam a partir da faixa de Gaza até a trégua assinada em junho, entre Israel e o movimento islâmico Hamas, que controla esse território palestino.

Obama concluirá o dia em Jerusalém com um percurso pelo Muro das Lamentações e um jantar com o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, antes de dar por encerrada amanhã sua viagem pelo Oriente Médio, que incluiu escalas no Afeganistão, Iraque e Jordânia.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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