Mundo
23/07/2008 - 17h10

Militares fingiram ser jornalistas durante resgate de reféns das Farc

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da France Presse, em Washington
colaboração para a Folha Online

Dois militares que participavam da operação de resgate que permitiu a libertação, em 2 de julho, de 15 reféns das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), entre eles a franco-colombiana Ingrid Betancourt, se fizeram passar por jornalistas da rede de TV Telesur, com sede em Caracas, afirmou nesta quarta-feira o ministro colombiano da Defesa, Juan Manuel Santos.

O ministro, que apresentou os detalhes da operação militar no Centro de estudos para o progresso americano em Washington, revelou que os militares envolvidos na operação ensaiaram seus papéis como se fossem atores.

Santos declarou que nove pessoas participaram da operação, entre elas "um falso jornalista e um falso cinegrafista da Telesur".

Trata-se da primeira vez que um alto funcionário do governo colombiano admite a utilização do nome da rede por militares envolvidos na operação.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, promoveu a fundação da Telesur em 2005 para, segundo ele, combater a "ditadura da informação" imposta pelas grandes redes de TV mundiais.

Resgate

O Exército colombiano resgatou Ingrid Betancourt, três americanos e onze militares e policiais colombianos reféns das Farc em 2 de julho deste ano.

Betancourt, de nacionalidade franco-colombiana, havia sido seqüestrada em 2002, quando fazia campanha como candidata à Presidência do país.

Os três americanos foram seqüestrados em fevereiro de 2003, quando realizavam uma missão aérea do chamado Plano Colômbia nas selvas de Caquetá, ao sul do país.

Os reféns resgatados integravam o grupo de cerca de 40 reféns que a guerrilha propunha trocar por 500 rebeldes presos, após a criação de uma zona desmilitarizada no país.

Comentários dos leitores
Jorge Bronze (42) 02/12/2009 07h58
Jorge Bronze (42) 02/12/2009 07h58
JR, você deveria dizer que os votos estão sendo comprados juntamente com suas consciências. Os bolsas diversas não dignificam ninguém, apenas resolvem num momento o seu problema, este desgoverno pretende criar mais dois bolsas, o da cultura e o do celular, isso se chama compra de voto, e o PT é PHD nisso, agora falar em 3º mandato para o imcomPeTente, é exatamente fazer o que o lixo do Zelaia iria fazer, se perpetuar no poder como alguns idiotas estão querendo fazer na América Latina, simplificando alguns são cópias baratas do Hugo Chavez e este por sua vez é uma planta nascida do esterco da revolução cubana. Este governo, tem sim laços de amizade com as FARC, pois guerrilheiro defende guerrilheiro, o caso mais conhecido neste governo é a Dilma, que era também colega do heroi do PT "Lamarca", guerrilheiro assassino cruel, assaltante de bancos, (aliás a Dilma também foi), sequestrador, ladrão de armas do exército, desertor, e ainda assim sua familia recebeu mais de um milhão de indenização mais a pensão de coronel. sem opinião
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Ricardo Perrone (48) 12/11/2009 11h26
Ricardo Perrone (48) 12/11/2009 11h26
O Governo colombiano não deveria exercer esse tipo de artifício para capturar assassinos, bandidos ou guerrilheiros. Pagar recompensa é um estímulo a práticas detestáveis do caráter humano, como: ganância, traição e mentira. O governo deveria pegar o valor de tal recompensa e empregar nas atividades investigativas da polícia ou mesmo em sua modernização. O Estado deve ter por meta estimular o bom comportamento na sociedade, banindo práticas detestáveis mesmo que sejam por uma boa causa. 5 opiniões
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O Pacificador (232) 12/11/2009 11h03
O Pacificador (232) 12/11/2009 11h03
"Governo colombiano oferece US$ 1 milhão pelos assassinos de soldados do país..."
Nem precisava tanta grana.
Quem pode entregar os "cabeças" das Farc, é só gente interna mesmo.
Por dinheiro, que a verdadeira ideologia deles, esses "guerilheiros", fazem qualquer coisa.
Como já mostraram antes que são capazes, cortando até as maos de um líder da guerilha, para comprovar sua eliminação.
Uma fração do oferecido, teria sido mais do que sufiente...
sem opinião
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