Obama abre seis pontos sobre McCain, mostra nova pesquisa
da Folha Online
O candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, tem seis pontos percentuais de vantagem sobre seu rival republicano, John McCain, segundo pesquisa da rede NBC e do diário "The Wall Street Journal" divulgada nesta quarta-feira (23).
Segundo a pesquisa, que ouviu 1.003 eleitores entre os dias 18 e 21 de julho, Obama soma 47% de apoio contra 41% de McCain. A enquete tem uma margem de erro de 3,1 pontos percentuais.
Mesmo com grande apoio, a enquete indica que Obama seria uma opção mais arriscada para 55% dos eleitores, contra 35% para o republicano.
O estudo indica ainda que grande parte do eleitorado americano não concorda com o governo americano, após quase oito anos de Presidência de George W. Bush. Somente 13% dos entrevistados disseram que os EUA avançam na direção correta.
Além disso, a maioria dos ouvidos afirmou que tem poucas esperanças na habilidade dos candidatos no plano econômico. Dos entrevistados, 48% disseram acreditar que Obama seja capaz de recuperar a economia do país, enquanto apenas 17% esperam que McCain consiga esse resultado.
Gallup
Em pesquisa do instituto Gallup, divulgada nesta terça-feira (22), Obama apareceu com 45% das intenções de voto contra 42% de seu rival republicano. Segundo a sondagem, 6% dos eleitores estão indecisos e outros 7% indicaram que não votarão por nenhum candidato.
A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de julho, quando Obama já havia embarcado em sua viagem pelo Oriente Médio e Europa. Assim, a pesquisa indica que, pelo menos por enquanto, a atenção dada à viagem de Obama não afetou seu apelo entre os eleitores.
A pesquisa foi realizada com 2.645 eleitores e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Viagem
Nesta quarta-feira, o candidato republicano intensificou seus ataques a Obama após os elogios de analistas políticos ao democrata, dizendo que ele ainda não cometeu nenhum erro em sua viagem pelo Oriente Médio.
"Tive a coragem e o juízo de dizer que preferia perder uma campanha política do que uma guerra. Parece que o senador Obama prefere perder uma guerra para ganhar uma campanha política", afirmou McCain, em referência à proposta do democrata de retirar as tropas americanas do Iraque.
Em visita pelo Oriente Médio, o democrata já passou por Kuait, Afeganistão, Jordânia, Iraque e Israel. Em seguida, Obama segue para a Europa.
Levantando uma bandeira polêmica, Obama defendeu sua proposta de negociar com o Irã sobre o programa nuclear do regime dos aiatolás. O candidato ressaltou que o "mundo precisa impedi-lo de desenvolver a bomba nuclear".
Em Israel, ontem, Obama declarou que "um Irã nuclear seria uma grave ameaça, e o mundo precisa impedi-lo de obter a arma nuclear', disse durante uma coletiva em Sderot, uma cidade constantemente atingida por foguetes palestinos.
Além disso, ele também criticou os "ataques terroristas" contra Israel, o "rearmamento do Hizbollah", e o regime de Teerã que "patrocina o terrorismo".
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Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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