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24/07/2008 - 09h20

Bush fará discurso no evento que oficializa candidatura de McCain

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colaboração para a Folha Online

O presidente George W. Bush fará um discurso na primeira noite da Convenção Nacional Republicana, que oficializa a candidatura presidencial de John McCain. A presença de Bush foi confirmada pela porta-voz da Casa Branca, Dana Perino.

Dana contou aos repórteres em sua coletiva que o presidente Bush fará um discurso no dia 1º de setembro, Dia do Trabalho nos EUA e reiterou que os discursos dos atuais líderes são comuns nas convenções.

Contudo, a Casa Branca não confirmou, como aponta reportagem da CNN, se o presidente aparecerá ao lado de McCain na convenção.

Os dois republicanos fizeram raras aparições públicas, que incluem o dia em que Bush endossou a candidatura de McCain e quando participou de eventos de arrecadação para o colega republicano.

Desta última vez, o encontro entre os dois republicanos foi discreto. Eles se reuniram em uma residência particular, próxima ao Centro de Convenções de Phoenix e nenhum jornalista pode cobrir a ocasião.

Charles Dharapak-27mai.08/AP
Texto: President Bush is accompanied by Republican presidential candidate, Sen. John McCain, R-Ariz., and his wife Cindy, seen reflected on the car, before Bush boards Air Force One at Phoenix Sky Harbor International Airport, after Bush attended a private campaign fundraising event for McCain in Phoenix, Tuesday, May 27, 2008. (AP Photo/Charles Dharapak)
Presidente Bush acena ao lado de McCain em uma de suas raras aparições conjuntas

Alguns associam a discrição à baixa popularidade de Bush, tema que origina dúvidas dentro do próprio partido sobre as efetivas vantagens de um apoio declarado do presidente a McCain.

O aperto de mão entre os dois políticos, que não discursaram na ocasião, ocorreu quando Bush já se preparava para tomar o avião presidencial Air Force One, com a mínima cobertura da mídia. A despedida durou menos de um minuto.

O encontro precedente entre Bush e McCain ocorreu no dia 5 de março, um dia após as primárias em Texas, Ohio, Rhode Island e Vermont que deram ao senador os 1.191 delegados necessários para garantir a nomeação.

Na ocasião, o presidente declarou oficialmente seu apoio a McCain, em uma breve cerimônia nos jardins da Casa Branca.

Reprovação

Bush sofre uma das maiores taxas de desaprovação da história dos EUA. Segundo uma pesquisa Wall Street Journal/NBC, apenas 27% dos americanos tinham uma opinião favorável a Bush em abril, o mais baixo índice desde o início do mandato, em janeiro de 2001.

Já no início do mês de maio, uma pesquisa realizada pela rede CNN de televisão mostrou 71% de rejeição a Bush. As taxas refletem o desejo da população --e dos eleitores-- por uma nova política nacional após a crise econômica e uma prolongada e desgastante Guerra no Iraque.

Devido a essa rejeição, McCain tenta distanciar sua campanha do atual presidente, enquanto o rival democrata, Barack Obama, afirma que ele representa uma continuação do governo do atual presidente.

Contudo, como Bush tem se mostrado um grande arrecadador de fundos, McCain não pode se distanciar completamente dele. Somente em 2008, Bush interveio em 19 eventos de arrecadação de fundos para o Partido Republicano e ajudou a obter US$ 37,1 milhões, segundo dados da rede CBS de televisão divulgados pela agência Efe.

Os republicanos farão sua convenção entre 1º e 4 de setembro, em Minneapolis -St. Paul, Minnesota. Já os democratas farão sua convenção entre 25 e 28 de agosto, em Denver, Colorado.

Com agências internacionais

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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