Mundo
26/07/2008 - 21h13

Comitê de McCain critica Obama por cancelar visita a tropas na Alemanha

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da Folha Online
da Efe, em Washington

O comitê de campanha do candidato republicano à Casa Branca, John McCain, acusou hoje seu rival democrata, Barack Obama, de "romper seu compromisso" com os soldados feridos em combate no Iraque e no Afeganistão por cancelar uma visita a um hospital militar na Alemanha.

Obama tinha programado uma visita a soldados feridos, e o cancelamento deste compromisso em sua viagem internacional pelo Oriente Médio e a Europa abriu campo para as críticas do comitê de McCain.

"Foram oferecidas várias explicações, nenhuma convincente, mas cada uma contrária às declarações de líderes militares americanos na Alemanha e no Washington", disse em nome do comitê de campanha de McCain o tenente-coronel reformado do Exército Joe Repya.

"Para um homem jovem tão apto em cumprir o papel de presidente, Barack Obama teve um julgamento muito ruim sobre as importantes exigências do escritório ao qual aspira", declarou.

Imediatamente, o comitê de campanha de Obama defendeu o cancelamento de sua visita ao Centro Médico de Landstuhl, na Alemanha, que estava marcada para a manhã da última sexta.

O comitê de Obama explicou que este ato foi suspendido por conselho de um assessor militar, que advertiu que a visita ao hospital podia ser percebida como um ato com motivações políticas e, portanto, ser objeto de mais críticas dos republicanos.

"A última coisa que quero fazer é colocar no fogo cruzado das campanhas os soldados feridos e o pessoal nestas instituições enquanto determinam se isto é ou não politicagem", declarou Obama em Londres, onde hoje concluiu sua viagem internacional.

Já o Pentágono explicou que nunca proibiu que Obama visitasse o hospital de Landstuhl, mas alertou que não poderia fazer isto se fosse acompanhado de jornalistas e membros de seu comitê.

Porém, o comitê de campanha do senador por Illinois respondeu que o único assessor que ia acompanhar Obama ao centro médico era o major-general Scott Gration, que oferece seus serviços de forma gratuita.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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