Mundo
28/07/2008 - 12h59

Obama lidera disputa pela Casa Branca por 9 pontos, diz Gallup

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colaboração para a Folha Online

Na mais recente pesquisa do instituto Gallup, o provável candidato democrata à Presidência dos EUA, Barack Obama lidera a disputa contra seu rival republicano John McCain por nove pontos percentuais, a maior vantagem registrada desde o início da campanha.

A pesquisa foi realizada entre 24 e 26 de julho, durante os últimos dias da viagem de Obama pelo Oriente Médio e Europa. Entre os entrevistados, 40% afirmaram apoiar McCain e 49% disseram endossar o democrata.

Um dos fatores responsáveis pelo crescimento do democrata na disputa foi a intensa cobertura da imprensa norte-americana de sua viagem, que atribuiu mais credenciais em política externa a Obama, criticado por ser inexperiente na questão.

Foram entrevistados por telefone 2.692 eleitores registrados, sob uma margem de erro de 2 pontos percentuais.

Economia

Obama, retornou neste fim de semana da viagem à e retomou o tema de maior preocupação dos eleitores: a crise econômica e financeira, o que pode indicar um esforço para recuperar o espaço perdido para McCain.

Em viagem internacional por mais de uma semana, Obama voltou aos EUA diante da notícia de que McCain ganhou espaço em Estados cruciais, onde a economia e a questão energética são fundamentais para os eleitores.

Ambos os presidenciáveis concordam em culpar a falta de planejamento do governo de George W. Bush pela atual crise econômica do país e, principalmente, pela alta nos preços dos combustíveis.

Segundo pesquisa da Universidade Quinnipiac, McCain está melhor em Colorado, Minnesota, Michigan e Wisconsin e se favorece por ser o provável candidato com propostas mais amplas --e controversas, segundo analistas-- para resolver a dependência americana no petróleo estrangeiro e, conseqüentemente, o aumento constante do preço dos combustíveis.

Recuperação

No Colorado, McCain perdia por cinco pontos percentuais para Obama no começo do mês e agora lidera com 46% das intenções de voto contra 44% do democrata.

Em Michigan, Minnesota e Wisconsin, Obama ainda lidera as intenções de voto, mas, graças ao apoio entre independentes, McCain reduziu a vantagem do rival.

Mas o melhor resultado foi em Minnesota, onde os republicanos farão sua convenção nacional que oficializará a candidatura de McCain. Embora ainda perca por 46% a 44%, McCain reduziu a margem de 17 pontos percentuais de seu rival no Estado.

Embora os resultados ainda não mudem a liderança de Obama, eles apontam que o republicano McCain está ganhando espaço em economia --tema que o senador por Arizona já admitiu ser seu ponto mais fraco diante do rival.

Com agências internacionais

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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