Mundo
29/07/2008 - 15h11

Democratas lançam estratégia de US$ 20 mi para conquistar voto hispânico

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da France Presse, em Washington
da Folha Online

Os democratas anunciaram nesta terça-feira o lançamento de uma estratégia de mobilização dos eleitores hispânicos para qual destinarão US$ 20 milhões.

Os hispânicos, que devem representar cerca de 9% dos eleitores neste ano, apóiam normalmente os democratas, mas mostraram-se mais favoráveis a Hillary Clinton do que ao provável candidato democrata Barack Obama durante as primárias.

O esforço dos democratas visa não apenas aumentar o registro de eleitores hispânicos, mas também ampliar significativamente a porcentagem deste eleitorado que comparece às urnas no dia da votação --nos Estados Unidos, o voto não é obrigatório.

"Temos uma situação única, na qual os eleitores latinos podem votar em grande número", disse senador Jose Serrano, em coletiva de imprensa, em Washington.

Luis Miranda, um dos assessores para assuntos hispânicos da campanha de Obama, explicou aos jornalistas presentes que a tática será aplicada em 50 Estados do país, mas focará maiores esforços em 17 locais que são considerados "campos de batalha" mais acirrados --já que os eleitores não deram uma liderança significativa a nenhum dos prováveis candidatos.

A verba milionário da estratégia, explicou Miranda, inclui principalmente gastos com publicidade e propagandas para a televisão, em inglês e espanhol.

Entre os 17 Estados nos quais a campanha será intensificada, quatro são considerados chaves para ganhar as eleições gerais de 4 de novembro, Nevada, Flórida, Colorado e Novo México.

O dinheiro desta estratégia virão tanto da campanha de Barack Obama quanto dos fundos do Comitê Nacional Democrata.

Eleitores

O presidente do Partido Democrata, Howard Dean disse recentemente que os latinos podem decidir as eleições presidenciais de 4 de novembro. "O voto hispânico pode eleger o próximo presidente dos EUA".

Os latinos representam cerca de 9% do eleitorado americano, segundo o Escritório do Censo, importância que se deve à sua concentração em Estados que podem ser fundamentais no pleito presidencial de novembro.

Segundo o centro de pesquisas Pew Research, cerca de 65% dos eleitores hispânicos residem na Califórnia, no Texas, em Nova York e na Flórida. Destes, 48% vivem na Califórnia e no Texas.

Eles também são uma força política importante em outros estados como Novo México, Arizona, Colorado, Nova Jersey e Illinois.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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