Mundo
30/07/2008 - 08h32

Biópsia descarta que McCain esteja novamente com câncer

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da Folha Online

Uma biópsia feita sobre um pedaço de pele retirada do rosto do provável candidato republicano à Casa Branca, John McCain, revelou que ele não tem câncer, disseram médicos nesta terça-feira.

McCain, que teve câncer de pele no passado, teve uma mancha removida de seu rosto durante exame de rotina em Scottsdale, no Estado do Arizona, nesta segunda-feira (28). O objetivo do procedimento foi verificar se o tecido era ou não canceroso.

"A biopsia que foi realizada não mostrou nenhuma evidência de câncer de pele", disse Michael Yardley, porta-voz da clínica Mayo. "Não será necessário nenhum tratamento."

O senador pelo Arizona sofreu graves lesões na pele devido à exposição ao sol nos mais de cinco anos em que foi prisioneiro de guerra no Vietnã.

A extirpação da mancha foi somente uma medida de precaução já que McCain não tinha apresentado nenhum sintoma preocupante, disseram fontes médicas.

Antes da divulgação dos resultados da biópsia, o republicano já tinha indicado que estava totalmente otimista. "Meu médico disse que eu estava bem", afirmou McCain à imprensa na Califórnia.

McCain se submeteu à operação em Phoenix, Arizona, durante uma das revisões que realiza a cada três meses.

O senador também pediu que as pessoas se protejam dos efeitos prejudiciais do sol, e que procurem um médico se descobrirem manchas suspeitas ou despigmentação. "Mantenham-se afastados do sol o quanto puderem e utilizem protetores solares", afirmou.

McCain teve quatro melanomas malignos e foi operado em três ocasiões, em 1993, 2000 e 2002. A cirurgia mais delicada foi realizada em 2000, quando foi detectado com um melanoma invasivo de uma profundidade de 2,2 milímetros, que lhe deixou com uma visível cicatriz na face esquerda.

Os especialistas que o tratam asseguraram em maio que, por já terem passado oito anos desde que foi detectado com o melanoma invasivo, as possibilidades de que se repita diminuíram e insistiram em que o senador desfruta de uma saúde "excelente".

Com Efe e Reuters

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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