Dirigente do maior partido político sunita do Iraque é assassinado
da Efe, em Bagdá
Um dirigente do Partido Islâmico do Iraque, a maior legenda sunita no Parlamento do país, foi assassinado em Mossul (400 km ao norte de Bagdá) na última de uma série de ações violentas contra membros do grupo.
A polícia informou nesta quinta-feira que o político, coronel do corpo de engenheiros do Exército iraquiano, foi assassinado ontem por um grupo de homens armados que assaltou uma loja que a vítima administrava no oeste de Mossul.
Nas últimas semanas, os dirigentes do Partido Islâmico do Iraque se tornaram alvos freqüentadores da insurgência, depois de aceitarem retornar ao Executivo liderado pelo xiita Nouri al-Maliki.
O líder do partido, Tareq al-Hashemi, é o atual vice-presidente do Iraque.
Violência
Nesta segunda-feira (28), quatro atentados a bomba mataram ao menos 50 pessoas e feriram mais de 240 no dia mais sangrento no Iraque desde 17 de junho, quando um caminhão-bomba matou 63 pessoas no bairro de Hurriyah, também em Bagdá.
A violência desta segunda-feira começou em Bagdá, quando três mulheres-bomba explodiram no meio de uma multidão de peregrinos xiitas. Nenhum grupo assumiu a responsabilidade pelas explosões, mas o Exército norte-americano culpou a Al Qaeda.
Os ataques foram realizados quando dezenas de milhares de peregrinos se dirigiam em direção ao santuário de Kadhamiya, a noroeste da cidade.
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