Obama lidera por apenas quatro pontos; McCain intensifica campanha negativa
da Folha Online
O provável candidato democrata, Barack Obama, mantém uma liderança apertada na disputa presidencial contra o rival republicano, com 46% das intenções de voto contra 42% de John McCain.
A nova sondagem mostra uma queda no desempenho democrata que, no fim de semana passado, chegou a sua maior margem, nove pontos percentuais.
Com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, a nova pesquisa do instituto Gallup coloca os dois senadores em um empate estatístico.
| AP |
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| Democrata Barack Obama (esq.) tem margem pequena sobre o rival republicano John McCain (dir.); resultado é um empate estatístico |
Embora ainda tenha muito a conquistar, o cenário traz uma boa notícia para McCain e levanta a hipótese de que a campanha negativa dos republicanos contra a imagem de Barack Obama está fazendo efeito entre os eleitores.
Nas últimas semanas, os republicanos têm investido em propagandas que não apenas criticam as opiniões políticas do democrata, mas questionam diretamente sua capacidade de assumir a Presidência dos Estados Unidos.
Na mais recente delas, os republicanos dizem que Obama "é a maior celebridade do mundo" e misturam imagens de seu discurso em Berlim com fotos de Britney Spears e Paris Hilton. "Porém, será que ele está pronto para assumir o comando?", pergunta a locutora.
Enquanto Obama discursava para cerca de 200 mil em Berlim, McCain visitou um restaurante alemão em Ohio. Com um tom irônico, McCain afirmou a jornalistas que o acompanhavam que gostaria de discursar na Alemanha, mas que prefere fazer isso quando for presidente e não como candidato.
"Gostaria de fazer um discurso na Alemanha, um discurso político ou um discurso em que talvez o povo alemão estivesse interessado, mas preferiria fazê-lo como presidente dos EUA ao invés de como um candidato (...) à Presidência", disse o senador.
A idéia da campanha republicana é ampliar os temores dos eleitores sobre a figura até então desconhecida de Obama. Isso poderia afastar os eleitores democratas menos liberais e os independentes temerosos de colocar um político novato na Casa Branca em um momento difícil para o país.
A pesquisa Gallup foi realizada entre 27 e 29 de julho com 2.682 eleitores em todo o país.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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