Mundo
31/07/2008 - 15h45

Democratas respondem à propaganda que comparou Obama a Britney Spears

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da France Presse, em Washington

A equipe democrata respondeu nesta quinta-feira à propaganda veiculada na televisão do provável candidato republicano John McCain, na qual compara seu adversário Barack Obama com a diva do pop Britney Spears e a celebridade e apresentadora de reality shows Paris Hilton.

"Sabe, a última vez que vi Britney Spears em cena com um político, o sujeito parecia muito com o John McCain. Porque era ele. Era o John McCain", afirmou o diretor de comunicações de Obama, Robert Gibbs, falando ao canal MSNBC.

Gibbs parecia estar se referindo à presença de McCain nos prêmios de música da MTV em 1999, em Nova York, onde Spears se apresentou. A cantora falou então por seu respeito pelo presidente George W. Bush.

"Olha, não vamos por um caminho mesquinho. Esse é um lugar onde ele se sente muito à vontade. Nós vamos falar dos problemas que o país enfrenta, da falta de trabalho neste país e de como criar bons empregados", afirmou Gibbs.

Os chefes de campanha de Obama responderam assim à propaganda sobre celebridades de McCain com sua própria publicidade, chamado "Low road" (caminho mesquinho), no qual o acusam de praticar "políticas do passado". O partido democrata também devolveu o golpe com uma propaganda intitulada "Desperate times" ('Tempos de desespero').

Segundo uma pesquisa da CNN/Opinion Research realiza na quarta-feira, 40% dos consultados acham que McCain está atacando Obama injustamente. Isso é quase o dobro dos que acham que os ataques de Obama contra McCain são desleais.

Mas a pesquisa também reflete que 37% dos consultados acham Obama arrogante, e 44% pensam que ele age como se já tivesse vencido as eleições.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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