Obama e McCain prometem maior combate à Aids
da France Presse, em Washington
Os candidatos à Casa Branca, Barack Obama e John McCain, prometeram neste domingo lutar contra a Aids nos Estados Unidos, após estatísticas do governo que mostram o avanço da doença no país.
O democrata Obama disse que pretende desenvolver uma estratégia nacional para combater a transmissão do HIV, ampliando os testes de detecção, reforçando a educação e combatendo o preconceito ligado à Aids.
Já o republicano McCain defendeu a redução dos preços dos remédios e um maior trabalho na detecção e prevenção da doença, especialmente entre as comunidades mais afetadas pela epidemia.
"Estes novos números devem dar um novo enfoque aos esforços para combater e tratar a Aids aqui em casa", disse Obama.
"Combater a Aids também implica em (...) fortalecer nossa saúde pública. Devemos ainda superar o preconceito que cerca a Aids", destacou Obama.
McCain lembrou que um milhão de americanos convivem com o HIV e prometeu trabalhar "estreitamente com as organizações sem fins lucrativos e com o setor privado para enfrentar a Aids".
"Concentrando nossos esforços para reduzir os preços dos remédios, por meio de uma melhor concorrência do mercado, promovendo os esforços de prevenção, incentivando a realização de testes, fortalecendo a pesquisa e reduzindo as disparidades com um Serviço Social efetivo, podemos, como nação, realizar grandes progressos na luta contra a Aids", disse McCain.
Na véspera, as autoridades americanas admitiram que subestimaram significativamente o número de novos casos de infecção pelo HIV nos Estados Unidos.
Segundo o Centro de Controle de Enfermidades (CDC, sigla em inglês), pelo menos 56.300 pessoas foram infectadas pelo HIV nos EUA em 2006, o que superou em cerca 40% a estimativa preliminar, de 40 mil novos casos.
O estudo concluiu que o número de novos casos de infecção por HIV nunca chegou a menos de 40 mil casos anuais e que a epidemia voltou a crescer, após se manter estável.
"Este novo panorama revela que a epidemia de Aids prossegue, e destaca o desafio que enfrentamos em relação a esta doença", disse Kevin Fenton, diretor do Centro Nacional de HIV/Aids, Hepatite Viral, Doenças Sexualmente Transmissíveis e Prevenção da Tuberculose, ligado ao CDC.
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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