Mundo
04/08/2008 - 10h02

Obama e McCain prometem maior combate à Aids

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da France Presse, em Washington

Os candidatos à Casa Branca, Barack Obama e John McCain, prometeram neste domingo lutar contra a Aids nos Estados Unidos, após estatísticas do governo que mostram o avanço da doença no país.

O democrata Obama disse que pretende desenvolver uma estratégia nacional para combater a transmissão do HIV, ampliando os testes de detecção, reforçando a educação e combatendo o preconceito ligado à Aids.

Já o republicano McCain defendeu a redução dos preços dos remédios e um maior trabalho na detecção e prevenção da doença, especialmente entre as comunidades mais afetadas pela epidemia.

"Estes novos números devem dar um novo enfoque aos esforços para combater e tratar a Aids aqui em casa", disse Obama.

"Combater a Aids também implica em (...) fortalecer nossa saúde pública. Devemos ainda superar o preconceito que cerca a Aids", destacou Obama.

McCain lembrou que um milhão de americanos convivem com o HIV e prometeu trabalhar "estreitamente com as organizações sem fins lucrativos e com o setor privado para enfrentar a Aids".

"Concentrando nossos esforços para reduzir os preços dos remédios, por meio de uma melhor concorrência do mercado, promovendo os esforços de prevenção, incentivando a realização de testes, fortalecendo a pesquisa e reduzindo as disparidades com um Serviço Social efetivo, podemos, como nação, realizar grandes progressos na luta contra a Aids", disse McCain.

Na véspera, as autoridades americanas admitiram que subestimaram significativamente o número de novos casos de infecção pelo HIV nos Estados Unidos.

Segundo o Centro de Controle de Enfermidades (CDC, sigla em inglês), pelo menos 56.300 pessoas foram infectadas pelo HIV nos EUA em 2006, o que superou em cerca 40% a estimativa preliminar, de 40 mil novos casos.

O estudo concluiu que o número de novos casos de infecção por HIV nunca chegou a menos de 40 mil casos anuais e que a epidemia voltou a crescer, após se manter estável.

"Este novo panorama revela que a epidemia de Aids prossegue, e destaca o desafio que enfrentamos em relação a esta doença", disse Kevin Fenton, diretor do Centro Nacional de HIV/Aids, Hepatite Viral, Doenças Sexualmente Transmissíveis e Prevenção da Tuberculose, ligado ao CDC.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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