Justiça portuguesa libera arquivo sobre o caso Madeleine
da Associated Press, em Lisboa
da Folha Online
Um arquivo da polícia portuguesa contendo quase 30 mil páginas de evidência da investigação sobre o desaparecimento de Madeleine McCann foi divulgado ao público nesta segunda-feira.
Uma funcionária da corte da cidade de Portimão, no sul do país, disse que o arquivo está disponível a jornalistas que preenchessem um pedido por escrito e aparecessem pessoalmente na corte. Os funcionários copiarão o arquivo em DVDs, que os próprios jornalistas devem entregar.
A menina britânica desapareceu em 3 de maio do ano passado, aos 3 anos, do quarto de hotel em que estava hospedada no complexo turístico de Ocean Club, enquanto seus pais jantavam com amigos em um restaurante próximo.
Segundo a funcionária, que não quis se identificar, o arquivo está dividido em 17 volumes e refere-se a quase 30 mil páginas de investigação.
Os pais de Madeleine, os médicos Kate e Gerry McCann disseram recentemente estar "muito aliviados" após a polícia portuguesa ter lhes permitido o acesso aos dados das investigações do caso.
Os McCann indicaram que seus advogados irão buscar pistas perdidas no documento de mais. Eles afirmam ainda que os arquivos podem esconder a chave para encontrar Madeleine ainda com vida.
Dois advogados contratados pelos McCann começaram a examinar em detalhe os arquivos do caso na delegacia de Portimão.
"Isso irá permitir a eles saber o que foi feito pela polícia, mas mais importante ainda, o que não foi feito", declarou o porta-voz oficial do casal, Clarence Mitchell.
Livro
Os pais de Madeleine indicaram que irão processar o ex-policial Gonçalo Amaral, que escreveu o livro "Maddie, a verdade da mentira", no qual detalha acusações contra o casal
"Amaral passou dos limites e eles [os McCann] sentem terem ficado sem outra alternativa", declarou uma fonte próxima da família. "Nossos advogados estão analisando todas as possibilidades", acrescentou a fonte.
Em seu livro, Amaral, de 48 anos e afastado do caso no último mês de outubro após criticar a polícia britânica, sugere que os McCann estiveram por trás da morte de Madeleine.
Recentemente, a polícia portuguesa decidiu encerrar o caso do desaparecimento da garota, após 14 meses de investigação.
A Procuradoria-Geral de Portugal, por sua vez, liberou os McCann, assim como o britânico Robert Murat, que haviam sido declarados suspeitos formais da investigação.
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Mesmo assim agradeço o espaço...ahhh e só dão tanto enfase nesta historia porque é uma menina do 1º mundo e rica....... porque temos aki no Brasil crianças sendo espancadas e que somem e nem ao menos citam o nome delas.......então gente é muito louvavel o que fazem o que dizem ... mas querem dar um culpado para a garotinha da ingleterra ..... mas antes disso pense nas nossas crianças.. "QUEREM SALVAR O MUNDO, PRIMEIRAMENTE ARRUMEM VOSSOS QUARTOS"
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