McCain rebate criticas em novo anúncio que mostra Obama como celebridade
da Folha Online
O candidato republicano à Casa Branca, John McCain, lançou nesta quarta-feira a mais nova propaganda eleitoral do que parece ter se tornado um combate televisivo entre ele e seu rival democrata, Barack Obama.
No novo anúncios, o senador republicano chama, novamente, Obama de "a maior celebridade do mundo", mas vai além afirmando que as políticas do democrata podem prejudicar as famílias americanas.
O vídeo de 30 segundos intitulado "Família" mostra Obama como um democrata defensor dos gastos federais e do aumento dos impostos e diz que McCain, ao contrário, criará empregos e guiará o país à independência de petróleo estrangeiro.
Este é um contraste que a campanha republicana vêm repetindo em diversos anúncios e reiterando nos discursos de McCain.
Este novo comercial, assim como o anúncio no qual McCain compara Obama a Paris Hilton e Britney Spears, abre com cenas de Obama falando com grandes platéias e passa para imagens de McCain em campanha.
"A maior celebridade do mundo está pronta para ajudar sua família?", questiona o locutor. "O verdadeiro Obama promete taxas mais altas e mais gasto do governo", continua, em um ataque direto ao democrata.
A resposta democrata veio rápido. O porta-voz democrata disse que o novo anúncio é "outro ataque desonesto de John McCain".
"Embora o senador John McCain saiba que o senador Obama propôs corte de impostos para 95% das famílias americanas, o que ele não está contando é que quer dar US$ 4 bilhões em isenções fiscais a companhias de petróleo [...] e que não vai dar um alívio fiscal direto para mais de 100 milhões de famílias de classe média", disse Bill Burton, em comunicado divulgado à imprensa.
Réplica
Também nesta quarta-feira, a campanha democrata lançou seu ataque a o republicano John McCain. Em um anúncio de 30 segundos, o democrata também reforça um argumento já usado em sua campanha: a idéia de que McCain pé mera continuação do governo impopular de George W. Bush.
A propaganda, intitulada "Original", questiona a independência política do republicano e é uma réplica ao anúncio no qual McCain diz que vai consertar a economia do país.
"Realmente?", diz o locutor, antes de serem mostradas imagens de McCain falando a Fox News, em 2003, que votou ao lado de Bush em 90% das vezes.
O vídeo continua o ataque dizendo que McCain apoiou Bush em cortes de impostos a americanos ricos, "alívios" para a indústria de petróleo e incentivos fiscais a companhias que fazem operações em outros países.
O anúncio termina com um close em McCain, enquanto o locutor diz: "Um verdadeiro independente?". A câmera volta e mostra que a imagem é do senador por Arizona ao lado de Bush. "Ou apenas mais do mesmo?", completa.
Eleitores
As campanhas negativas têm marcado as últimas semanas da corrida presidencial e devem permanecer nos últimos meses até as eleições gerais, em 4 de novembro. A idéia é apelar para as críticas ao rival para, se não conquistar eleitores, ao menos tirar alguns votos do adversário em uma disputa que permanece acirrada.
E, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo Pew Research, os eleitores perceberam o tom negativo das propagandas de McCain, mas ainda vêem positivamente os anúncios de Obama.
Dentre os eleitores que viram os anúncios democratas, a maioria (38%) indica que os vídeos mostram mensagens positivas sobre Obama contra 13% os caracterizaram como críticas a McCain.
Do lado republicano, o cenário é inverso. A maioria (31%) apontou que as mensagens republicanas focam principalmente em duras críticas a Obama e apenas 19% as descreveram como anúncios positivos.
Este cenário confirma as preocupações de alguns líderes republicanos de que a campanha de McCain tem dedicado tempo demais ao negativismo sobre o rival --o que pode prejudicar sua imagem diante dos eleitores.
A pesquisa foi realizada entre 1º e 4 de agosto, com 1004 eleitores em todo o território nacional.
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Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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