Na Pensilvânia, McCain amplia especulações sobre possível vice
da Folha Online
O candidato republicano à Casa Branca, John McCain, está na Pensilvânia para um evento de campanha nesta segunda-feira, mas a mídia local foca mesmo é na sua lista de nomes para um companheiro de chapa.
Mesmo sendo especulação --McCain, assim como seu rival democrata, Barack Obama, não falam sobre o assunto--, jornalistas e alguns analistas apostam no governador da Pensilvânia, Tom Ridge como um dos principais nomes para vice-presidente republicano.
| Mary Altaffer-10ago.08/AP |
![]() |
| John McCain (dir.) janta com o governador Tom Ridge e aumenta especulações sobre seu vice |
A especulação é ainda maior por Ridge ser de um Estado considerado fundamental para as eleições gerais. Segundo estimativas da CNN, a Pensilvânia, que normalmente vota em democratas, está apenas inclinada para Obama, um cenário que pode mudar nos últimos três meses de intensa campanha presidencial.
Ridge começou sua popular carreira justamente em Erie, primeira parada de McCain em sua campanha de dois dias na Pensilvânia.
O governador foi também secretário de Segurança Nacional, um dos responsáveis pelas investigações do massacre na Universidade Virgínia Tech, em abril de 2007.
Uma medida da popularidade do governador está logo na chegada de McCain. O aeroporto no qual seu avião aterrissou chama "Tom Ridge Field", uma homenagem ao político.
Busca
Boatos sobre a possível lista de vice-presidentes republicanos circulam há meses na imprensa. Em maio, o senador por Arizona teve uma reunião com candidatos ao posto em seu rancho. Na lista estavam 30 amigos e companheiros do mundo político.
Sua campanha afirmou na época que a reunião teve caráter apenas "social", mas analistas afirmaram ser mais que uma casualidade a lista de presentes na qual figuram os possíveis candidatos à vice-Presidência de McCain, segundo jornais americanos.
Os fatores que influem tradicionalmente na busca de um vice-presidente são tão distintas como a experiência política, a procedência geográfica, a ausência de escândalos ou, como neste caso, a idade.
Analistas apontam que o vice-presidente não tem grande efeito no apelo do presidenciável diante dos eleitores, mas a escolha de um bom nome pode ajudar a contrapor alguns pontos negativos do senador e combater críticas dos rivais.
No caso de McCain, 71, a escolha de um vice mais jovem e com experiência em economia pode ajudar na disputa contra Obama, 47.
Na lista de McCain constam nomes como Mitt Romney, ex-pré-candidato à nomeação republicana, Charlie Crist, governador da Flórida e Tim Pawlenty, governador de Minnesota e o último alvo das especulações sobre o cargo.
Leia mais
- Nomeação de Obama terá homenagem a discurso de Martin Luther King
- Obama critica alto orçamento destinado ao Iraque
- Pressionado, Obama sai de férias enquanto McCain cresce nas pesquisas
- Bill Clinton vai discursar na Convenção Democrata
- Pesquisa Zogby aponta empate entre Obama e McCain e aumento dos indecisos
- Homem é preso na Flórida por dizer que ia matar Obama
- Campanha presidencial deste ano pode ser a mais cara dos EUA
Livraria da Folha
- Livro explica mudanças que marketing eleitoral trouxe às eleições; leia capítulo
- Livro analisa a cabeça do eleitor e estuda motivos que o levam a votar em um candidato
- Entenda os princípios do regime democrático
- Livro ajuda a entender como funciona a república; leia capítulo
- LIVRARIA: Veja livros sobre temas internacionais em oferta
Especial



Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
avalie fechar
avalie fechar
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
avalie fechar