Mundo
12/08/2008 - 09h36

Mesmo afastado da campanha, Obama mantém liderança na pesquisa

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da Folha Online

O candidato democrata à Casa branca, Barack Obama, tirou a semana de férias com a família, mas, mesmo descansando no Havaí e longe dos comícios e da maioria dos eleitores, ele mantém sua liderança na disputa. Pesquisa Gallup aponta que Obama tem 47% das intenções de voto contra 42% de seu rival republicano John McCain.

Embora pequena, a margem de cinco pontos percentuais do democrata o coloca fora da margem de erro da pesquisa e consolida sua liderança após duas semanas de uma disputa empatada estatisticamente.

Segundo a sondagem, apenas 1% dos eleitores disseram preferir outro candidato. E a menos de três meses das eleições gerais, 6% permanecem indecisos e outros 5% não votarão em nenhum candidato.

Ainda segunda o instituto, a mudança na pesquisa deve-se mais ao republicano McCain que a Obama. Nas oito pesquisas realizadas pelo Gallup em agosto, Obama sempre manteve seu apoio entre 46% e 47% dos eleitores. Já McCain oscilou entre 42% e 44%.

A pequena variação já é esperada pelas campanhas de Obama e McCain. Em pleno verão nos EUA e diante da atenção atraída pela Olimpíada, os eleitores se afastam da campanha pela Presidência.

Conscientes da natural falta de interesse dos eleitores, Obama aproveitou para descansar em sua terra natal e se recompor para os últimos e mais intensos meses da campanha.

McCain continua em campanha pela Pensilvânia, onde aumentam as especulações sobre a escolha do governador Tom Ridge para vice-presidente. Amanhã, ele parte para Michigan onde fará três eventos de arrecadação de verbas.

A pesquisa foi realizada entre 8 e 10 de agosto, com 2.648 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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