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18/08/2008 - 12h38

Veja a biografia de Tim Pawlenty, um dos prováveis candidatos a vice de McCain

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Colaboração para a Folha Online

Governador republicano de Minnesota, Timothy James Pawlenty, é um dos mais jovens políticos na esfera nacional americana e, na chapa republicana, poderia contrapor a imagem jovem e carismática do democrata Barack Obama.

No governo, sua principal bandeira é o meio ambiente e o uso de combustíveis alternativos --uma das principais propostas de John McCain. Ele é um dos mais leais apoiadores do senador que conta com o apelo de Pawlenty entre a classe trabalhadora branca para tirar votos do rival democrata.

Nascido em 27 de novembro de 1960, em St. Paul, Minnesota, Pawlenty é filho de um caminhoneiro e de uma dona-de-casa. Ele foi o primeiro de sua família a ir para a faculdade, onde se formou em Ciência Política e Direito. Ele praticou a advocacia antes de entrar para a política. Sua mulher, Mary, é juíza do condado de Dakota.

Tom Mihalek/AP
Texto: O governador de Minnesota Tim Pawlenty, do partido republicano, em Filadélfia, Minnesota, EUA. Republican Minnesota Gov. Tim Pawlenty speaks at the National Governors' Association centennial meeting, Saturday, July, 12, 2008, in Philadelphia. For more than three decades, the National Governors' Association has assembled on presidential election years as one of its members made a bid for the White House. With two senators as the presumed nominees of their respective parties, the governors have been consigned to the running-mate heap. (AP Photo/Tom Mihalek)
Conservador Tim Pawlenty é uma das apostas para vice de McCain

Pawlenty começou a carreira política ao ser nomeado para a comissão de planejamento da cidade de Eagan, Minnesota, em 1988. Um ano depois foi eleito para o conselho da cidade (equivalente à Câmara de Vereadores), aos 28 anos.

Em 1992, foi eleito para a Casa de Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados). Foi reeleito cinco vezes e exerceu a função de líder da maioria republicana.

Em 2002, foi eleito governador em uma eleição apertada. Com a proposta de não aumentar impostos para controlar o déficit do Estado, seu slogan de campanha era "sem novos impostos". No primeiro ano de governo, conseguiu zerar o déficit, reduzindo os fundos estatais para serviços como transporte e assistência social.

Essas medidas geraram descontentamento em diversos setores, e, em 2005, o Estado foi praticamente paralisado pela disputa entre Pawlenty e a oposição no Legislativo. Ele criou taxas especiais sobre os preços dos cigarros e outros produtos, medida considerada pelos opositores como "um aumento de impostos disfarçado."

Outra medida polêmica de Pawlenty foi a negociação com 11 tribos indígenas de Minnesota que exploravam cassinos para que o Estado recebesse parte dos lucros. Os índios foram contra a proposta.

Como governador, ele incentivou medidas de redução do trânsito e de emissão de poluentes, como o aumento dos impostos de carros e pedágios, investimentos em transporte público e obrigatoriedade de mistura de 20% de etanol na gasolina a partir de 2013.

Pawlenty foi reeleito em 2006 em outra disputa acirrada, vencendo por apenas 1% o candidato democrata. Os democratas, no entanto, venceram as eleições legislativas o que dificultou seu governo.

Continuando sua política conservadora, ele é considerado uma boa aposta para a vice-presidência na chapa do "liberal" McCain.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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