Mundo
15/08/2008 - 15h58

Pentágono vai usar e-mail e fax para soldados fora dos EUA votarem

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da Folha Online

O Pentágono vai usar e-mail e fax para garantir junto aos Estados americanos que soldados, servindo fora dos Estados Unidos, e suas famílias possam ter seus votos contados, nas eleições presidenciais de novembro, informa matéria da CNN nesta sexta-feira.

Uma pesquisa do Pentágono, após a eleição de 2004, mostrou que 73% dos militares justificaram seus votos, segundo Polli Brunell, diretor do Programa Federal de Assistência ao Voto, durante coletiva de imprensa no Pentágono hoje.

Em 2006, um estudo da Comissão de Assistência à Eleição, indicou que menos de metade, 47,6%, dos votos de soldados no exterior foram contados.

Brunelli afirmou que, de acordo com informações dos Estados, este ano o interesse dos militares em votar é maior do que nas votações anteriores, tomando como base a grande participação dos soldados nas primárias.

"Estamos buscando alternativas para que esses eleitores possam registrar seus votos", afirmou Brunelli.

Em novembro, os soldados que servem no exterior vão poder obter cédulas de voto por e-mail e fax. Um total de 21 Estados americanos aprovaram leis para permitir que esse tipo de recurso tecnológico sejam usados nas eleições.

No entanto, as tropas ainda não podem votar pela internet. O Pentágono informa que está trabalhando com o Congresso e os Estados para que isso seja possível nas próximas votações.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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