Mundo
15/08/2008 - 22h31

Obama e McCain disputam voto de cristãos conservadores nos EUA

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da Associated Press, em Washington

O democrata Barack Obama e o republicano John McCain se preparam para intensificar suas campanhas junto aos eleitores religiosos conservadores, grupo que tradicionalmente apóia o Partido Republicano, mas do qual Obama espera ganhar votos discursando sobre sua fé cristã.

No sábado, Obama comparece a um encontro da igreja do influente pastor Rick Warren, na Califórnia. A oportunidade é tida como chance de ouro para o democrata rebater rumores perssitentes de que ele seja muçulmano, ao mostrar segurança ao falar publicamente sobre sua fé cristã.

No entanto, o discurso pode destacar as diferenças entre ele e os cristão conservadores em questões como aborto e direitos homossexuais. Muitas das opiniões de McCain estão mais em linha com estes eleitores, mas o republicano tem se mostrado pouco confortável em falar sobre suas crenças pessoais e ainda não conseguiu emplacar muita empolgação entre o grupo que elegeu George W. Bush a presidente.

A disputa pelo público católico se acirra mais depois da campanha de McCain ter anunciado arrecadação deUS$ 27 milhões em julho, a maior soma mensal desde que conquistou a nomeação partidária em março.

Os republicanos têm tentado superar os constantes recordes democratas. Para isso, contam com a força do Comitê Nacional que arrecadou, em julho, US$ 32 milhões.

Até junho, a campanha de Obama arrecadou um total de US$ 340 milhões contra apenas US$ 140 milhões de McCain.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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