Mundo
18/08/2008 - 09h09

Campanha de Obama arrecada US$ 51 milhões em julho

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da Folha Online

O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, arrecadou mais de US$ 51 milhões (R$ 83,6 milhões) em julho, quase o dobro arrecadado por seu rival republicano John McCain.

Segundo a equipe democrata anunciou neste sábado, Obama começou agosto comum total de US$ 65,8 milhões (R$ 107,9 milhões) para investir em sua campanha pela Presidência.

O dinheiro veio de uma lista recorde --assim como as quantias arrecadadas pelo senador por Illinois-- de 2 milhões de pessoas. Somente neste mês, afirma a equipe de Obama, 65 mil novos doadores contribuíram para a campanha democrata.

"Estamos orgulhosos dos milhões de voluntários e dos mais de dois milhões de doadores que, com seu esforço, construíram a espinha dorsal de nossa campanha, dirigida a recuperar o país e eliminar as políticas falidas de George W. Bush, que são as mesmas que John McCain está oferecendo", disse o diretor da campanha de Obama, David Plouffe.

Nesta sexta-feira (15), a campanha republicana anunciou uma arrecadação de US$ 27 milhões (R$ 44,2 milhões), uma quantia arrecadada entre 600 mil doadores.

Em junho, Obama arrecadou US$ 52 milhões (R$ 85,2 milhões). Seu recorde foi em fevereiro deste ano quando conseguiu US$ 55 milhões (R$ 90,2 milhões) em doações.

Diante das quantias milionárias e da enorme vantagem financeira sobre McCain, Obama decidiu não aceitar o sistema de financiamento público. Assim, ele perde os US$ 84 milhões (R$ 137,7 milhões) de verba, mas pode arrecadar e gastar livremente.

Com esta decisão, o senador democrata se torna o primeiro candidato presidencial a abandonar o sistema de financiamento público desde sua criação, em 1976.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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