Obama pode anunciar seu vice nesta semana
da Associated Press, em Washington
da Folha Online
Os eleitores americanos podem saber ainda nesta semana quem será o vice-presidente do candidato democrata Barack Obama. O nome será enviado por mensagem de texto aos eleitores cadastrados no site de campanha, um movimento inédito nas campanhas eleitorais americanas.
O anúncio do vice democrata é tradicionalmente feito na terceira noite da Convenção Nacional Democrata, que será realizada na próxima semana, entre 25 e 28 de agosto. Contudo, especula-se, ele pode anunciar com antecedência para já atrair a atenção da mídia em um momento fraco da campanha e para poder preparar os documentos presidenciais antes mesmo da convenção.
A decisão, que normalmente não influencia significativamente a votação, pode atrair mais eleitores em uma disputa acirrada e, principalmente, pode servir para combater às críticas republicanas de inexperiência e despreparo para assumir a Casa Branca.
Na lista de prováveis candidatos de Obama estão nomes que, justamente, contrapõem a experiência e currículo militar de seu rival republicano John McCain.
Um destes nomes é Evan Bayh, senador democrata por Indiana, atualmente no segundo mandato. Bayh, 53, é considerado um político centrista, se opõe à Guerra do Iraque e propõe corte de impostos e menores gastos públicos.
Outra aposta é o senador de Delaware em seu sexto mandato, Joseph Biden. Ele é um veterano assim como McCain e foi um dos pré-candidatos democratas à Presidência nas primárias deste ano. Se não for vice de Obama, especula-se que Biden possa ocupar a Secretária de Estado democrata, devido à sua experiência em política externa.
Uma aposta diferente para a chapa de Obama é o senador republicano por Nebraska Charles Hagel. Crítico da administração Bush, pensou em concorrer à presidência nas primárias republicanas deste ano, mas desistiu. Como republicano, teria maior propriedade para criticar as propostas e visões de McCain.
Embora mantenha o nome sob sigilo, Obama já declarou que quer um vice-presidente que vá além dos cerimoniais. "Não me interessa um vice-presidente para mandar aos funerais. Quero alguém que levante as mangas e esteja disposto a trabalhar", disse, no mês passado, à rede de televisão NBC.
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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