Mundo
21/08/2008 - 20h03

Obama diz que já escolheu vice, mas não revela nome

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da Folha Online

O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, afirmou nesta quinta-feira ao jornal de maior circulação nos Estados Unidos, o "USA Today", que já decidiu quem será seu vice. Mas não revelou o nome do indicado, nem a data em que nomeará oficialmente seu companheiro de chapa.

Em entrevista nos bastidores de um ato de campanha na Virgínia, Obama declarou que já escolheu um nome, mas não disse se já informou essa pessoa sobre sua decisão. "Não vou comentar nada, até eu apresentar meu colega de chapa para o mundo", afirmou. "Isso é tudo que você vai conseguir tirar de mim."

Obama disse que a decisão foi difícil. "Tínhamos algumas opções ótimas." O candidato democrata afirmou que buscava alguém "preparado para ser presidente, que pudesse ser um parceiro no fortalecimento da economia para a classe média e os trabalhadores".

Ele acrescentou que estava procurando mais do que apenas um parceiro de chapa. "Quero alguém independente, alguém que me ajude a enxergar além das minhas noções pré-concebidas e me desafie para que tenhamos debates robustos na Casa Branca."

Aumenta a expectativa

A equipe de campanha de Obama prometeu avisar os partidários do senador de Illinois por e-mail ou mensagem de celular "quando for o momento certo". Eles reservaram para sábado o Old State Capitol em Springfield (Illinois), o edifício histórico onde Abraham Lincoln, o presidente americano que acabou com a escravidão, serviu como senador.

Os nomes mais citados para assumir o cargo de companheiro de chapa de Obama são os do especialista em política internacional Joe Biden, 65, do senador com experiência em questões de segurança nacional Evan Bayh, 52, e do governador de Virginia, Tim Kaine, 50.

Com France Presse

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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