Mundo
23/08/2008 - 15h15

Republicanos lançam anúncio lembrando críticas de Biden a Obama

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da Folha Online

A campanha do candidato republicano à Casa Branca, John McCain, respondeu à notícia de Joe Biden como vice do adversário democrata, Barack Obama, com um novo anúncio, informou a rede de TV americana CNN.

Disponível no site de McCain, o vídeo lembra comentários feitos pelo próprio Biden contra Obama. Em debate durante as primárias, Biden questionou a experiência de Obama em política externa.

"Quem entre nós será capaz de assumir o poder e encerrar a guerra [do Iraque]? Quem entre nós sabe o que fazer sobre o Paquistão? Quem de nós vai pegar o telefone e ligar para Putin [Vladimir, presidente russo] e dizer para ele sair da Geórgia, porque Saakashvili [Mikhail, presidente georgiano] está em apuros?", perguntou Biden.

Durante outro debate, Biden foi adiante. Questionado se acreditava que Obama estaria pronto para ser presidente dos EUA, ele respondeu: "acho que Obama poderia estar pronto, mas não acredito que ele esteja agora". Não voltou atrás e, mais tarde manteve a declaração, quando interrogado novamente sobre o episódio.

Veja o anúncio da campanha de McCain.

No início da disputa democrata, Biden também protagonizou uma gafe ao afirmar que Obama "era o primeiro afro-americano que sabia se exprimir bem, era brilhante e bonito".

Amigo pessoal de McCain há anos, Biden nunca escondeu sua afeição pelo republicano e chegou até a se pronunciar sobre uma possível chapa com ele. "John McCain é um amigo pessoal, um grande amigo, e ficarei honrado de me apresentar contra ele ou com ele (para a presidência); o país só teria a ganhar com isso", afirmou Biden.

Em uma entrevista em julho, o senador por Delaware improvisou um remendo e disse que escolheria a capacidade de julgamento de Obama ao histórico de McCain, como veterano de guerra.

"Nós não precisamos de um herói de guerra como comandante-em-chefe. John [McCain] é um herói de guerra. Nós precisamos de alguém com alguma sabedoria", afirmou em referencia à Obama.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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