Mundo
24/08/2008 - 10h55

Pesquisa indica pequena vantagem de Obama sobre McCain

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da France Presse, em Washington

O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, aparece quatro pontos à frente de seu adversário republicano John McCain, indicou uma pesquisa divulgada neste domingo pelo Washington Post-ABC News, às vésperas do início da Convenção Democrata em Denver, na segunda-feira (25).

Segundo esta pesquisa, realizada antes de o senador de Illinois anunciar Joe Biden para vice da chapa neste sábado (23), 49% dos eleitores têm intenção de votar para Obama e 45% para McCain. Mas esta vantagem correspondente a quase à margem de erro da pesquisa, de mais de 3%, ainda é muito pequena.

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O candidato democrata continua inspirando mais confiança que seu rival sobre questões econômicas: cerca de 30% dos eleitores vêm nele um candidato mais otimista.

Mas para outros 30% das pessoas entrevistadas, McCain, senador do Arizona, possui mais conhecimento sobre política externa.

A pesquisa confirmou também que a prioridade dos eleitores não é mais, como na votação parlamentar de 2006, a Guerra do Iraque, mas sim a economia e o emprego, dois temas citados por 40% dos entrevistados como sua maior preocupação.

Além disso, 52% das pessoas consideraram que os EUA estão fazendo avanços significativos no Iraque, o que favorecia o candidato republicano.

Mas os propósitos de Obama segundo os quais a eleição de McCain para a presidência seria praticamente um "terceiro mandato" de George W. Bush, parecem ter sido confirmados: aproximadamente 60% das pessoas interrogadas pensam que se fosse eleito, o candidato republicano dará continuidade às políticas de seu predecessor.

A pesquisa do Washington Post-ABC News foi realizada de 19 a 22 de agosto com 1.108 pessoas.

Sondagens recentes

As mais recentes pesquisas sobre a eleição presidencial americana mostram que diminuiu a vantagem do democrata Barack Obama sobre o republicano John McCain. Obama ainda lidera, mas, na média, os dois candidatos estão em empate técnico.

Com a definição de Joseph Biden como seu candidato à Vice-Presidência, Obama agora espera voltar a subir nas pesquisas. Biden, senador experiente do Estado de Delaware e especialista em política externa, vem para preencher os pontos fracos do candidato democrata, de acordo com a percepção do eleitorado.

Pesquisas diárias por telefone dos institutos Gallup e Ramussen mostraram neste sábado (23) Obama dois pontos percentuais à frente de McCain. Na pesquisa da Gallup Obama tem 46% e McCain 44%. Na Ramussen, são 48% para Obama e 46% para McCain. A margem de erro das pesquisas diárias é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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