Mundo
25/08/2008 - 22h35

"McCain tem experiência em estar errado", diz presidente do Congresso em Denver

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colaboração para a Folha Online

A presidente do Congresso dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, afirmou nesta segunda-feira em seu discurso na Convenção do Partido Democrata que o candidato republicano à Casa Branca, John McCain, "tem experiência em estar errado", segundo a rede de TV CNN.

Chamando o candidato democrata Barack Obama de "um novo líder para nossos tempos", Pelosi listou vários assuntos em que Obama estaria "certo" e McCain "errado", incluindo o sistema de saúde americano e a Guerra no Iraque.

Pelosi falou antes do senador Edward Kennedy subir ao palco, na primeira noite da convenção. Será a segunda aparição pública de Kennedy desde que passou por uma delicada cirurgia para retirar um câncer no cérebro, em junho. Sua sobrinha, Carolina Kennedy, apresentará um vídeo em homenagem à carreira do senador antes de sua entrada.

Michelle Obama

O ponto alto da noite será o discurso da mulher de Obama, Michelle, que deverá apresentar o candidato como um homem comum. A intenção é aproximá-lo do eleitor americano, revelando seu lado "pai e marido".

Em seguida, Obama falará rapidamente aos delegados via mensagem enviada por satélite. Ele está em Kansas City, no Missouri, onde fará um ato de campanha nesta terça-feira (26). Seu discurso na convenção está agendado para quinta-feira (28).

O início da convenção contou com discurso do presidente do Partido Democrata, Howard Dean. Ele afirmou, aos mais de 4.400 delegados reunidos em Denver, que "durante nossa convenção nacional, vamos mostrar para todos os americanos porque precisamos de Barack Obama e Joe Biden na Casa Branca".

O tema da noite desta segunda-feira é "Uma Nação" e a programação também inclui vídeos e performances musicais, além dos discursos.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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