Filha do ex-presidente John F. Kennedy compara Obama a seu pai
colaboração para a Folha Online
Caroline Kennedy subiu ao palco da Convenção Nacional Democrata, em Denver, Colorado, e não poupou elogios ao candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama. Ela comparou o presidenciável à popular figura de seu pai, o ex-presidente John F. Kennedy.
"Nunca tive ninguém que me inspirasse como as pessoas são inspiradas pelo meu pai. Agora eu conheço", disse Caroline, referindo-se ao democrata Obama.
Ovacionada pela platéia, Caroline disse que estava ali para homenagear dois homens de quem se orgulha, seu pai e Obama. "Eles dividem valores como fé, a família e a mudança. Em todo lugar as pessoas me param para dizer que Obama as faz sentirem esperançosas como meu pai fazia", continuou.
Caroline, que endossou Obama em janeiro com um artigo intitulado "Um presidente como meu pai", ressaltou que a nação está em um "encruzilhada e tem a opção de ir em frente ou voltar atrás".
"Eu conheço outra pessoa que se inspirou em Barack Obama", disse Caroline, finalmente passando para a homenagem ao seu tio, o senador Edward Kennedy, proeminente democrata que luta contra um tumor no cérebro.
"Na minha família ele é tio Ted. Ted fez a vida melhor para pessoas que acreditam em um sonho que nunca morreu", disse, afirmando que o tio passou 46 anos no Senado auxiliando as pessoas que precisam.
"Se você não sofre preconceito racial no trabalho, Kennedy é seu senador. Se você pode ir a escola porque a mensalidade é mais barata, Kennedy é seu senador", disse Caroline, listando uma série de conquistas do tio.
Caroline, que liderou a equipe de busca por um vice-presidente de Obama, ressaltou também a atuação internacional de Kennedy. "Ele tem sido uma força pela união no exterior, ele lutou contra o apartheid na África do Sul, lutou pela paz no Oriente Médio, se opôs bravamente contra a Guerra do Iraque desde o começo", afirmou.
Sobre a luta de Kennedy contra um tumor no cérebro, Caroline disse apenas: "neste verão, enquanto ele enfrenta mais um desafio, ele e Vicki ensinaram tudo sobre dignidade e o poder do amor".
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Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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